Vídeo: DR

A cidade de Braga conta, este ano, com um novo Centro de Artes e Desporto Inclusivo. 

Ana Marques Pinheiro
4 Ago 2019

O presidente da direção da Associação Juvenil SYnergia, Ricardo Sousa, refere que se trata de um sonho que tem mais de dez anos que agora se ergue e será adaptável às diversas atividades e modalidades.  

Diário do Minho (DM) – Como surgiu a ideia de criar o Centro de Artes e Desporto Inclusivo (CADI)?

Ricardo Sousa (RS) – O CADI surge naturalmente. As artes e os desporto foram, desde que nasceu a associação, as principais ferramentas de inclusão e de promoção da educação não-formal junto das nossas comunidades.

Enquanto edifício, foi uma necessidade que fomos sentindo em todo o trabalho feito com uma rede desportiva local e um conjunto de parceiros na área social, onde nos faltavam instalações realmente acessíveis, que promovam a mobilidade total e para todos.

Quando percebemos igualmente que a intervenção na sede do SYnergia era premente, estudamos em detalhe a expansão do edifício, prescindindo da nossa sede para termos um Centro de Artes e Desporto Inclusivo.

DM Quando será inaugurado o centro?

RS – Quando começamos este desafio foi como um sonho, partindo sem recursos financeiros e sem percebermos claramente o que uma associação juvenil poderia mobilizar junto da comunidade para tornar o CADI realidade.

Estabelecemos, em agosto passado, quando iniciou a obra, que necessitaríamos de 12 meses para este processo.

Apesar de todas as dificuldades e surpresas que uma obra pode acarretar, vamos cumprir com conclusão das obras do Centro de Artes e Desporto Inclusivo a 12 de agosto – Dia Internacional da Juventude. 

Queremos, no entanto, que a inauguração seja vivida e demonstrativa do que é o CADI na sua plenitude, pelo que a inauguração oficial deverá ser em entre setembro e outubro.

[Entrevista completa na edição impressa de hoje do Diário do Minho]



Outras Reportagens


Scroll Up