Fotografia: Redes sociais

“Repolhos decorativos” arrancados de jardim público de Braga e oferecidos à comunidade

(atualizada às 16h00) Na avenida da Liberdade.

Nuno Cerqueira
18 Jun 2019

Várias “brássicas” foram arrancadas dos canteiros da avenida da Liberdade, no centro de Braga. O caso foi comprovado nas redes sociais, com várias fotografias e passou como ato de vandalismo. Altino Bessa, vereador da Câmara de Braga, esclareceu a este jornal que «não há nada a fazer, a Câmara começou a tirar as couves ornamentais e a pessoas começaram a levar algumas», referiu.

Apesar de serem comestíveis, o “repolho ornamental” plantando pelos serviços de jardinagem da Câmara de Braga é mais para decorar do que para comer.

Mas nada que não levasse a algumas pessoas, envolvidas numa excursão à cidade, a aceitar as “brássicas”, provavelmente, fazer um uma sopa ou reforçar os legumes de um prato.

O vereador do Ambiente da Câmara de Braga disse ter tido «conhecimento do caso», mas que não vê «mal nenhum», até porque, e como disse, os canteiros «têm mesmo de ficar sem plantas porque as pessoas pisam tudo» na noite de São João, demonstrando ainda desconhecimento quanto ao facto das brássicas serem comestíveis ou não.

Ora, o Diário do Minho foi saber, e numa rápida pesquisa se comprovou que todas as plantas da famílias da “brássicas” são comestíveis, mas umas mais que outras.

Fazem parte desse grupo a couve-flor, o repolho, brócolis, couve-manteiga, couve de bruxelas, mostarda, nabo, agrião, rabanete e rúcula.

«Além de vitaminas, minerais, fibras e outros nutrientes, essas hortaliças apresentam compostos bioativos, que podem produzir efeitos benéficos sobre a saúde. Podem evitar a formação de vários tipos de cancro, incluindo de estômago, esôfago, pulmão, faringe, útero, pâncreas e cólon. São ricas em substâncias que estimulam a produção de enzimas que combatem a sua formação», lê-se em várias informações em diferentes sítios de universidades e revistas científicas.





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