Fotografia: Nuno Cerqueira

«O Livre foi o único partido a discutir Europa», diz Rui Tavares

Campanha do Livre passou por Braga.

Nuno Cerqueira
22 Mai 2019

O cabeça de lista do Livre ao Parlamento Europeu (PE), Rui Tavares, chegou hoje a Braga com mais de duas horas de atraso face ao previsto, para ação de campanha, mas mesmo assim nada que desmotivasse os fiéis bracarenses do Livre, cada vez em maior número, que receberam o candidato com uma arruada pela, por estes dias, “imperialista” Bracara Augusta.

«Um imperialismo que a Europa soube e deve continuar a afastar-se. Dos extremismo, das xenofobias. A Europa tem que ser “Live”», referiu.

Depois das desculpas – o candidato foi apanhado em Coimbra por uma imprevista entrevista na Rádio Universitária de Coimbra – Rui Tavares não deixou de abordar, e ser abordado, nas ruas do centro histórico de Braga.

«Então tem que estar connosco», respondeu o candidato às críticas de uma “possível” eleitora que lamenta um país afunilado nas «guerrinhas» políticas a cinco partidos.

Apesar de nunca ter conseguido ser eleito, a esperança é mesmo a última coisa a morrer. E o partido fundado por Rui Tavares, que há cinco anos conseguiu 72 mil votos, não mostra sinais de desistência e acredita na eleição de um eurodeputado.

«Sentimos esse apoio de dia para dia que dá confiança para um bom resultado. É preciso um novo contrato entre humanidade, tecnologia e natureza», defendeu como ideia central das propostas do Livre.

Rui Tavares, ex-eurodeputado, voltou a reforçar no discurso uma das suas bandeiras políticas: o clima.

Criar um pacto verde entre os países da União Europeia é para o Livre essencial para ajudar Portugal a enfrentar as alterações climáticas. Uma medida defendida no âmbito da natureza, clima e transição verde europeia e que pressupõe, através de um fundo, haja um plano de investimentos anual de 500 mil milhões de euros para a concretização de políticas ambientais.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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