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Distrito de Viana do Castelo tem 22 equipas em permanentes para combater incêndios florestais e rurais.

Nuno Cerqueira
17 Maio 2019

 

O presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo, Miguel Alves, não foi nada simpático para com a ausência do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) na apresentação do plano distrital de combate as incêndios florestais e rurais.

Na apresentação do Plano Operacional Distrital no âmbito do DECIR 2019, que decorreu hoje nos Arcos de Valdevez, o também edil de Caminha disse que «é lamentável» a ausência do ICNF, até porque os autarcas, autoridades e associações presentes gostavam de «colocar várias questões ao ICNF» tendo em conta o facto de naquele território do Alto Minho existir um Parque Nacional e várias matas nacionais.

O dispositivo também não deixou de levar com várias preocupações.

«É o possível», referiu o CODIS de Viana do Castelo, Marco Domingues, acrescentando que «tudo dependerá do número e da simultaneidade das ocorrências».

«Somos o distrito do país com um dos dispositivos mais reduzidos, senão o mais reduzido e aquele que tem maior número de ocorrências por corporação de bombeiros. É o dispositivo com que contamos, em que confiamos e com o qual vamos trabalhar», apontou.

O distrito de Viana do Castelo tem cerca de 635 bombeiros voluntários e na fase IV, entre julho e setembro, contará em permanência com 22 equipas bombeiros, um total de 89 operacionais.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]


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