Fotografia: Nuno Cerqueira
Nacional de “drift” organizado pelo CAM interrompido pela GNR por “falta de licença para ruído” do circuito

Clube Automóvel do Minho vai reunir o departamento jurídico.

Nuno Cerqueira
27 Abr 2019

A Guarda Nacional Republicana de Vila do Conde interrompeu, hoje de manhã, a primeira prova do nacional de “drift”, organizada pelo Clube Automóvel do Minho (CAM) em Guilhabreu, Vila do Conde, devido à ausência da licença de ruído do Circuito de Guilhabreu.

O CAM teve que suspender a jornada e em comunicado a que o Diário do Minho teve acesso, o CAM refere que foi informado pelo detentor do espaço que a pista reunia «condições necessárias para a prova se poder realizar, à semelhança da edição do ano anterior, que decorreu sem qualquer tipo de incidentes».

A prova está devidamente autorizada pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) e o CAM mostrou-se surpreendido com a ação da GNR e referiu vai tomar uma posição sobre a suspensão.

«A documentação desportiva solicitada ao CAM pelos agentes da autoridade foi entregue e estava em conformidade, mas ao invés esses mesmos agentes não mostraram qualquer documento que comprovasse e suportasse uma intervenção de tal natureza, ainda que tenha sido solicitada pelo nosso advogado no local», aponta o CAM.

«Após a análise de todo o sucedido, o CAM, em conjunto com o seu departamento jurídico, irá tomar as medidas que ache necessárias para melhor defender os interesses do drift e de todos os seus intervenientes», referiu.

O caso teve a «compreensão» de pilotos, equipas e o público.

Entretanto, fonte da GNR confirmou que houve queixas face ao ruído e que na documentação a que teve acesso, para o devido funcionamento do espaço, não constava a licença de ruído que é emitida pela Câmara local.

 





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