Fotografia: António Silva
Portugal investe 600 milhões de euros nos próximos 2 anos para digitalizar economia

António Costa presidiu, na Escola de Engenharia da Universidade do Minho, em Guimarães, à apresentação da 2.ª fase do projeto “Economia Digital – Indústria 4.0”.

Alexandre Gonzaga
9 Abr 2019

Portugal vai investir 600 milhões de euros nos próximos 2 anos com vista a digitalizar de forma ampla a economia nacional, através do envolvimento de 20 mil empresas, formação de 200 mil trabalhadores e financiamento de mais de 350 projetos transformadores.

A apresentação da 2.ª fase do projeto “Economia Digital – Indústria 4.0” decorreu, na Escola de Engenharia da Universidade do Minho, no Campus de Azurém, Guimarães, e contou com a participação do primeiro-ministro, António Costa.

O governante lembrou que «a ambição de Portugal «é estar no pelotão da frente».

Em Guimarães, António Costa sustentou que se trata «da primeira revolução industrial onde Portugal pode partir efetivamente na linha da frente e aproveitar a crista da onda».

«Temos essa oportunidade e se não a agarrarmos só nos podemos culpar a nós próprios», avisou o responsável, que, momentos antes, visitara a Feira da Indústria do Futuro, e, ainda de manhã, reunira com os reitores das universidades portuguesas.

«Ainda hoje de manhã, numa sessão organizada pelo Conselho de reitores das Universidade Portuguesas, na preparação da agenda para a próxima época do ensino superior em Portugal, o tema foi dedicado à valorização do conhecimento e à ligação entre os centros de produção de conhecimento e o tecido empresarial. Hoje temos, felizmente, um sistema científico robusto […]. Temos a geração mais qualificada de sempre e estes são os ingredientes fundamentais para podermos aproveitar esta oportunidade», sublinhou o primeiro-ministro, que avançou assim com fatores capazes de justificar o investimento de 600 milhões de euros nos próximos 2 anos na digitalização da economia nacional, num processo que decorrerá ao longo da próxima década.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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