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«Vida independente é dar poder às pessoas para decidir sobre a sua vida», afirma Jorge Falcato.

Bloco promoveu sessão sobre deficiência.

Redação / NC
8 Abr 2019

O Bloco de Esquerda promoveu em Braga a sessão com o tema “Se eu fosse deputado, que propostas faria para melhorar a vida das pessoas com deficiência”, com a participação dos deputados Jorge Falcato e Pedro Soares, a enfermeira Maria do Céu Talaia e o ativista Pedro Ferreira.

Jorge Falcato tem percorrido o país com o objetivo de «fazer o balanço da atividade e ouvir as pessoas sobre o que falta fazer até ao final da legislatura». O deputado bloquista refere «boas medidas que ficam a meio do caminho», como «os projetos-piloto de vida independente previam apoio 24 horas, mas garantem apenas duas horas diárias, pela dotação orçamental de apenas 1,4 milhões de euros».

Sobre a Prestação Social para a Inclusão, o bloquista concorda com o modelo, mas «a aplicação falhou», uma vez que «o universo é muito pequeno», afirmando que «o apoio social é para compensar os custos acrescidos e, por isso, não deve estar sujeito a condição de recursos».

Pedro Ferreira enalteceu a necessidade de «mudar a atitude, porque é um assunto da sociedade» e afirmou que «é preciso mais investimento na contratação de profissionais para a escolas e na oferta de projetos pedagógicos adaptados».

Maria do Céu Talaia, especialista em reabilitação, alertou para a necessidade de «eliminar as barreiras arquitetónicas, fazendo cumprir a lei já existente» e para a «urgência da literacia da sociedade sobre estes temas».

Pedro Soares afirmou que «só o aumento da oferta pública de habitação é que permite garantir o acesso a todos» e que o Bloco pretende criar o Serviço Nacional da Habitação.





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