Fotografia: Manuel Meira

“Terra Justa” critica modelo prisional que espalha «campos de tortura» pelo mundo

António Pedro Dores criticou o modelo americano assumido pelos sistemas prisionais a nível global.

Alexandre Gonzaga
4 Abr 2019

O docente do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE-Lisboa), António Pedro Dores lançou, em Fafe, duras críticas ao sistema prisional global e, de forma particular, ao modelo português.
Nas Conversas de Café sobre “A verdade escondida atrás das grades”, o responsável sublinhou que «as prisões em Portugal e no resto do mundo são campos de tortura» e que «é preciso perceber que o sistema prisional é um sistema global».

«Hoje não existe um Estado que não tenha prisões. E também há um modelo sobre “como atuar” nessas prisões: o americano», atirou o sociólogo e abolicionista.

«Quando, em 2001, se resolveu politiciamente fazer alguma coisa em Portugal sobre as prisões, planeou-se Monsanto e alas de segurança nas principais cadeias. A lei portuguesa previa – e ainda prevê – regimes abertos de vários níveis… estes passaram a ser menos usados», tendo-se optado por «cadeias de segurança máxima».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





Notícias relacionadas


Scroll Up