Fotografia: Estúdios Lima/Vila Verde
As queixas do SC Braga nos três jogos com FC Porto

As duas equipas voltam a encontrar-se, em Braga, amanhã, em partida das meias-finais da Taça de Portugal.

1 Abr 2019

«Sé é preciso ver e analisar», este foi o slogan do SC Braga após a derrota caseira com o FC Porto (2-3), que praticamente “hipotecou” as possibilidades dos guerreiros do Minho lutarem pelo título e, até, pela segunda posição.

E as queixas do SC Braga começaram logo no primeiro encontro entre os dois conjuntos, no Dragão, onde o FC Porto venceu por 1-0, com um golo apontado por Soares, nos minutos finais. O SC Braga considera que precisamente Soares deveria ter visto o segundo cartão amarelo após ter dado uma cotovelada em Claudemir e, ainda, que o avançado portista carregou, nas costas, Marcelo Goiano, no lance que resultou no único golo da partida que foi disputada a 10 de novembro de 2018.

Já este ano, o SC Braga jogou no campo da turma portista, em partida relativa às meias-finais da Taça de Portugal, tendo perdido por uma bola a zero. Na opinião dos minhotos ficou uma grande penalidade por assinalar contra o FC Porto, por falta do guarda-redes da equipa portuense, Fabiano Freitas, sobre o central Bruno Viana, quando o resultado estava 1-0, idêntica à que permitiu aos azuis e brancos adiantarem-se no marcador, de penálti, a castigar falta de Marafona sobre Herrera.

No último sábado, na pedreira, o SC Braga juntou mais algumas queixas ao extenso lote. Os principais casos prendem-se com a alegada falta de Claudemir sobre Militão que esteve na origem da grande penalidade que permitiu aos dragões empatarem o jogo (2-2) e, no final, os arsenalistas dizem que Wilson Eduardo foi derrubado em plena área por Corona, mas o árbitro Jorge Sousa mandou seguir.





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