Fotografia: Alexandre Gonzaga

Procissão dos Passos de Barcelos foi convite à revisão de vida

Milhares de fiéis e turistas acompanharam, hoje, o tradicional cortejo litúrgico barcelense

Alexandre Gonzaga
17 Mar 2019

O mundanismo, a incomunicabilidade, a violência, o egoísmo, o pessimismo e a indiferença são os seis “ramos” que o vigário geral da Arquidiocese de Braga gostaria de ver podados e descartados na vida dos milhares de fiéis, que participaram hoje, em Barcelos, na Procissão dos Passos.
No Sermão do Encontro, o cónego José Paulo Abreu aludiu ao Plano Pastoral bracarense em curso e recordou os tempos litúrgicos, desde o Advento até à Quaresma, para referir que «a árvore que começou a crescer depois do Natal precisa, agora, de ser podada».

A Procissão dos Passos saiu da Igreja Matriz e percorreu as ruas do centro de Barcelos. O cortejo litúrgico, presidido pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, contou com a participação de dezenas de figurados e diversos quadros bíblicos, relativos aos passos de Jesus Cristo em direção ao Calvário.

O destaque da procissão, que acontece sempre no dia seguinte à Procissão do Silêncio, é a emocionante representação do encontro de Cristo com Verónica, uma mulher piedosa de Jerusalém que, comovida com o sofrimento de Jesus ao carregar a cruz até ao Gólgota, limpou o Seu rosto com o próprio véu.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





Notícias relacionadas


Scroll Up