Fotografia: Ana Marques Pinheiro
«Importa perceber as consequências das 112 missas celebradas em Braga ao longo do fim de semana»

Arcebispo Primaz lançou, na Basílica dos Congregados, uma reflexão durante a apresentação do livro-cd “As Se7e Últimas Palavras de Cristo na Cruz”

Alexandre Gonzaga
16 Mar 2019

Um desdobrável com os horários das missas que se realizam ao longo do fim de semana na cidade de Braga, na Basílica do Bom Jesus e no Santuário do Sameiro motivou uma reflexão do Arcebispo Primaz acerca das consequências da “oferta” celebrativa na vida dos fiéis bracarenses.

«Contei [no desdobrável] a celebração de 112 eucaristias na cidade e nos santuários à nossa volta durante os fins de semana. Importa perceber se há falta de missas ou se há falta de amor nas pessoas que participam nas eucaristias», questionou D. Jorge Ortiga, que participou, na Basílica dos Congregados, na apresentação do livro-cd “As Últimas Se7e Palavras de Cristo na Cruz.

O prelado bracarense defendeu que as celebrações eucarísticas «deveriam levar os fiéis a fazerem mais pelos irmãos em nome de Cristo», «a serem fermento de uma sociedade melhor».

A “provocação” do responsável eclesiástico surgiu logo após a apresentação das meditações escritas pelo padre Pablo Lima para uma iniciativa de reflexão que teve lugar no dia 25 de março de 2018, Domingo de Ramos, na Basílica dos Congregados, em Braga, a convite do padre Paulo Terroso, reitor do templo. As passagens do Evangelho foram dramatizadas pela voz do ator Miguel Guilherme, que se fez acompanhar do Quarteto Verazin, que executou a obra homónima de Franz Joseph Haydn e que, ontem, repetiu a performance musical.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]




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