Fotografia: Francisco de Assis

Escola de Ciências da UMinho celebra 44 anos entre regozijo e preocupação com o futuro

Os responsáveis não esconderam a preocupação para com a Licenciatura em Optometria e Ciências da Visão.

Francisco de Assis
22 Fev 2019

O auditório B2 do Complexo Pedagógico da Univerdade do Minho (UMinho) encheu-se ontem de professores, alunos, antigos presidentes da escola premiados, entre outros convidados, para as celebrações dos 44 anos de vida da Escola de Ciências. Nas suas intervenções, tanto o reitor da UMinho, como a presidente da Escola de Ciências não esconderam o regozijo pelos feitos alcançados, mas manifestaram-se igualmente muitas preocupações para com algumas “nuvens negras” que perpassam pela Escola.

No seu discuso, a presidente da Escola de Ciências da UMinho, Manuela Côrte-Real recordou os êxitos de 2018, nomeadamente o aumento do número de alunos, de cursos e, consequentemente, da oferta formativa. 

Foi igualmente motivo de satisfação o aumento do número de artigos científicos publicados em revistas internacionais, bem como a chegada de mais quase 80 novos investigadores, bem como a captação de quase sete milhões de euros, através de projetos de investigação, até 2021.

No entanto, nem tudo são “rosas”. E uma das preocupações de Manuela Côrte-Real tem que ver com a indefinição em torno da Licenciatura em Optometria e Ciências da Visão, um curso premiado e muito bem classificado, mas que pode estar em perigo.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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