Vídeo: Nuno Cerqueira

Balanço do Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos da UCC/GNR.

Nuno Cerqueira
17 Fevereiro 2019

 

O Destacamento de Controlo Costeiro (DCC) de Matosinhos da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da Guarda Nacional Republicana (GNR) (ver fotogaleria), que tem como área de atuação da foz do rio Minho à praia do Furadouro, apreendeu no ano de 2018 mais de 1,3ME em pescado, marisco e bivalves. Mas se separarmos o meixão – o ouro branco dos rios – e o colocarmos ao preço do destino final, as apreensões ultrapassariam um total financeiro de 2ME.

Segundo apurou o Diário do Minho, junto do Comandante do DCC de Matosinhos, Capitão Nuno Marinho, no total foram 268 apreensões que ascendem às 59 toneladas, entre artes de pescas, pescado, marisco e bivalves, de material apreendido no ano de 2018 em missões levadas a cabo por esta unidade.

Em Viana do Castelo ocorreu uma das maiores apreensões de sempre de atum-rabilho, mas é o meixão que continua a ser o “fruto proibido” dos pescadores numa autêntica “armada” de tráfico deste produto que no mercado chinês atinge em média os 10 mil euros o quilo.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]


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