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Esposende declara guerra à lagarta do pinheiro nas escolas

Câmara Municipal.

Redação
8 Fev 2019

Têm sido cada vez mais os casos reportados aos serviços de Proteção Civil da Câmara de Esposende da presença da lagarta do pinheiro em escolas do concelho.

Segundo nota de imprensa da Câmara de Esposende, a situação levou mesmo, durante o passado mês de janeiro, «à intervenção de abate das espécies hospedeiras desta praga nos estabelecimentos concelhios de ensino básico».

«Pois as medidas de contenção da praga por via das metodologias preventivas se demonstrou, nesta fase, já não ser suficientemente eficaz», revelou a autarquia.

A processionária, ou lagarta do pinheiro, é o principal inseto desfolhador dos pinheiros e cedros em Portugal e o nome advém-lhe do facto de constituir longas procissões de lagartas que se dirigem das árvores para o solo, onde irão crisalidar.

«O contacto físico direto com as lagartas deve ser sempre evitado, pois possuem pelos urticantes que podem causar graves reações alérgicas no Homem e animais. Também a inalação terá os mesmos efeitos, de entre os quais se indica a urticária, com registo de irritações na pele (geralmente ardor, comichão e manchas avermelhadas na pele), irritações nos olhos (olhos avermelhados, inchados e com comichão), e alterações no aparelho respiratório (dificuldade respiratória)», dá conta a Câmara de Esposende.

Para evitar a propagação desta praga, deixa-se um alerta geral à população para que as situações de natureza privada sejam devidamente tratadas pelos respetivos proprietários dos terrenos/árvores, nunca descurando as questões de segurança, nomeadamente devendo ser utilizadas luvas máscara e óculos durante o processo de remoção das lagartas e de sua queima.

 





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