Fotografia: Avelino Lima

Ministro defende que rendimento básico incondicional criaria «divisão perigosa»

Na Universidade do Minho.

Carla Esteves
25 Jan 2019

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social defende que a aplicação do Rendimento Básico Incondicional (RBI) dificilmente poderia ser efetuada no quadro de um só país, devendo ser encarada, pelo menos, à escala da União Europeia.

Vieira da Silva salvaguardou, contudo, que será muito difícil obter um consenso europeu para a transferência de rendimentos para esta finalidade, motivo que torna a aplicação do RBI «uma opção longe de ser concretizável».

O ministro falava na Escola de Direito da Universidade do Minho (UMinho), onde participou nu- ma conferência com o tema “Rendimento Básico: uma ferramenta para uma Europa Social?”, evento que junta em Braga representantes da Comissão Europeia, eurodeputados e especialistas de vários países.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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