Fotografia: Alexandre Gonzaga

Diaconado permanente: do serviço às periferias da sociedade ao culto nas igrejas

Os diáconos permanentes da Arquidiocese de Braga apresentam-se como uma mais-valia da Igreja para a sociedade e elencam os aspectos que os distinguem dos sacerdotes.

Alexandre Gonzaga
28 Dez 2018

Não são padres, nem bispos, mas acederam ao primeiro grau do Sacramento da Ordem. Alguns têm carreiras profissionais bem definidas fora do âmbito eclesiástico. Professores, diretores de centros sociais ou técnicos oficiais de contas, casados ou solteiros, os diáconos permanentes da Arquidiocese de Braga distanciam-se do rótulo de “mini padres” e sustentam que a sua identidade é marcada pelo serviço à Igreja e à comunidade
No encontro mensal, que costuma ocorrer no Seminário Maior, o Diário do Minho encontrou-se com 12 dos 13 diáconos permanentes da Arquidiocese bracarense (um deles não pôde comparecer por motivos de doença), que assumem «estar, muitas vezes, entre o povo e o padre».





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