Fotografia: Alexandre Gonzaga

Urge resgatar a originalidade espiritual dos movimentos

Vigília de Cristo Rei reuniu os representantes dos movimentos laicais da Arquidiocese de Braga.

Alexandre Gonzaga
25 Nov 2018

O Arcebispo Primaz deixou, ontem, no Centro Pastoral, um convite a dinamizar, rejuvenescer e espiritualizar os movimentos da Arquidiocese de Braga.

No tradicional encontro com as direções dos movimentos laicais, que se realiza sempre na vigília de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, o prelado bracarense começou por lembrar que «é necessário acreditar na pujança dos diversos movimentos».

«Normalmente são muitos “tecidos” e é esta enorme variedade [de movimentos] que nós temos que assumir. Por isso, estamos reunidos com as direções dos movimentos da Arquidiocese com esta marca e dinâmica do Programa Pastoral», referiu D. Jorge Ortiga, sublinhando a importância das especificidades de cada um destes grupos. 

Com estes encontros, «não vamos enfraquecer aquilo o que é próprio dos movimentos. Pelo contrário, cada um deve viver a sua espiritualidade e carisma, e integrar-se na Arquidiocese para adquirir outro brilho e esplendor. Todos juntos tecemos, cada um no seu lugar, estas comunidades acolhedoras e missionárias», afirmou. 

Vigílias na agenda

«Na véspera do Dia litúrgico de Cristo Rei reunimos as direções e coordenações dos movimentos e isto deveria ficar na agenda dos movimentos. Hoje [ontem] dou graças a Deus por não cabermos neste espaço e alguns ficaram admirados por lhes ter telefonado, convidando-os para este evento», brincou o Arcebispo de Braga, para quem «a vigília do Pentecostes deveria ser uma outra oportunidade, não apenas para manifestarmos esta beleza que existe no “tapete” que estamos a tecer de forma simbólica, mas sair para as ruas em força e número».

Nesse dia, «podemos manifestar publicamente que não somos assim tão poucos quanto parecemos». 

40 movimentos

Na Arquidiocese existem 40 movimentos laicais, sendo que, «o escutismo movimenta cerca de 15 mil jovens e adultos». «Não somos assim tão poucos como alguma comunicação social, às vezes, pretende fazer crer», referiu o Primaz das Espanhas.

«Não vivemos para a “praça”, mas, há sinais da nossa vitalidade. Por isso, é bom que priorizemos as vigílias de Pentecostes para os movimentos e de Cristo Rei para as respetivas direções», pediu o prelado bracarense.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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