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Classificação de Património de Interesse Municipal é outra das propostas.

Nuno Cerqueira
15 Setembro 2018

Terminou já hoje de madrugada, no auditório da Junta de São Victor, o debate sobre a alienação da antiga fábrica da Confiança por parte da Câmara de Braga.

Organizado pela junta local, com caracter de «urgente», o espaço encheu, sendo que, entre várias medidas, avançou um abaixo-assinado contra a alienação que pode, após sugestão do deputado socialista da Assembleia da República, Hugo Pires, chegar a petição para ser discutido junto dos parlamentares.

Outra das propostas que vai chegar ao gabinete do presidente da Câmara de Braga, isto depois de os deputados de oposição do executivo municipal terem dito que vão votar contra a alienação na reunião do executivo municipal da próxima quarta-feira, é a classificação daquele edifício como Património de Interesse Público Municipal.

Na sala também foi unânime que o processo tem contornos «nebulosos» e que, como avançado pelo advogado Luís Tarroso Gomes, «não foram esgotadas todas as soluções».

«Nós avançamos com uma proposta de tomar conta do edifício por cinco ou dez anos e estamos quase há um ano à espera de resposta», referiu em nome do Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, Luís Tarroso Gomes.

O “pai” do debate, o presidente da Junta de São Victor, Ricardo Silva, diz estar politicamente de «consciência tranquila» e que apesar de ter estado ao lado de Rio nas eleições defendendo as cores da coligação Juntos por Braga, o autarca foi claro: «é uma promessa eleitoral a salvaguarda patrimonial e cultural da antiga Confiança para fins públicos ao serviço de todos os bracarenses».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]

 

 

 


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