Fotografia: Nuno Cerqueira: Meios aéreos fundamentais na ajuda ao combate
Autoridades na pista de “fogo posto” no incêndio florestal da Póvoa de Lanhoso

Fogo surgiu em dois pontos distintos.

Nuno Cerqueira
1 Set 2018

As autoridades suspeita de “fogo posto” no incêndio que lavra na Póvoa de Lanhoso e que deflagrou hoje de manhã.

Segundo foi possível apurar no terreno, foram três os focos de incêndio que surgiram em duas frentes e separados de poucos minutos.

«Surgiu perto de uma fábrica de pirotecnia a um quilómetro da DiverLanhoso», localizaram várias moradores, que mantiveram o dia todo «o coração nas mãos», face à proximidade das chamas.

O calor e o vento acabaram por fazer o resto, levando para o teatro de operações mais de 230 bombeiros, GIPS e sete meios aéreos.

O incêndio florestal ameaçou o parque DiverLanhoso (vejas as imagens), na União de Freguesias de Fonte Arcada e Oliveira, levando à retirada do local de 100 pessoas, entre funcionários grupos de turistas e até uma colónia de férias de 12 crianças.

«As pessoas foram deslocadas temporariamente para o Centro Social de Serzedelo. A rápida intervenção dos bombeiros salvou o local», disse ao Diário do Minho o presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva.

Atualmente apenas há uma frente ativa de um incêndio que tem a segunda comandante distrital a comandar as operações, Marinha Isabel Esteves.

Dois bombeiros e um civil receberam tratamento de saúde devido a situações relacionadas com o combate ao incêndio, mas sem gravidade ficou ferido com uma entorse.

O porto de comando das operações está montado junto ao cemitério da freguesia de Oliveira, sendo que no teatro de operações estão bombeiros e outros meios de todo o distrito de Braga.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]




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