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Cigarros eletrónicos mais seguros e menos tóxicos é “uma falsa ideia”

Cigarros eletrónicos e tabaco aquecido está a preocupar a Sociedade Portuguesa de Pneunomologia.

Redação/Lusa
30 Mai 2018

O uso de cigarros eletrónicos e tabaco aquecido está a preocupar a Sociedade Portuguesa de Pneunomologia, que teme serem “produtos atraentes” para os jovens por acharem que são mais seguros e menos tóxicos, o que é “uma falsa ideia”.

Em declarações à agência Lusa, o coordenador da Comissão de Trabalho de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumonologia, José Pedro Boléo-Tomé, alertou hoje para a necessidade de intervir, junto dos adolescentes, com campanhas atrativas e um “trabalho continuado” para evitar a iniciação tabágica, em especial destes novos produtos.

“Há um risco agora mais recente que são os novos produtos como os cigarros eletrónicos, tabacos aquecidos e outros produtos” que são “atraentes para os jovens” para experimentação, porque “dão uma aparência de serem interessantes, giros, tecnológicos”, disse o especialista, que falava à Lusa a propósito do Dia Mundial Sem Tabaco, que se assinala na quinta-feira.





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