Fotografia: Nuno Cerqueira
Alegados agressores de dois militares da GNR de Vila Verde ouvidos em tribunal

Familiares dos agressores estão à porta do tribunal.

Nuno Cerqueira
20 Fev 2018

Os dois alegados agressores de elementos da GNR de uma patrulha de Vila Verde durante uma ação de identificação vão ser ouvidos esta tarde no Tribunal de Vila Verde. A situação decorre depois de caso que aconteceu ontem ao final da noite, nas imediações do Pingo Doce.

O caso surge depois de grupo de jovens se terem queixado de estarem a ser vítimas de assédio sexual por parte de dois jovens de etnia cigana.

Um dos representantes da comunidade cigana, Manuel Monteiro, já veio afirmar que os sobrinhos estão a ser «vítimas de racismo». «É tudo uma mentira. Os meus sobrinhos, meu irmão e cunhada foram ao Pingo Doce fazer compras. A patrulha apareceu a pedir documentações e passou logo para as agressões. Tudo porque o meu sobrinho não tinha identificação com ele», referiu, denunciando inclusive uma agressão a um invisual por parte da GNR.

« O meu irmão que é  invisual foi vítima de um pontapé, de uma joelhada e empurrões», disse, acrescentando que esta situação levou a que «o meu sobrinho tenho partido para cima da GNR para defender o pai».

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]




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