Uns sinais de… tiro e queda!



Uns sinais de… tiro e queda!
23 Out 2017
Fotografia:

O “boneco” que Vossas Mercês podem contemplar com a costumada perplexidade, é um dos insondáveis mistérios que nascem como cogumelos ali p’ras bandas da zona comercial da distinta Lamaçães. O quadro é uma daquelas coisas que deixam a gente desconfiada se o rigor da visão não foi tolhido por um copito de maduro com um teor alcoólico daqueles que o melhor é fugir do volante.

Se na “passadeira” o sinal para peões mais parece querer “provar comprovadamente” que o mundo é redondo e, por isso, toca de acompanhar a curvatura da Terra; já a inclinação à retaguarda do vizinho que sinaliza aos “popós” a obrigação de virar à direita indicia uma manifesta deficiência rotacional do eixo da via, a modos de “prova provada” de que o “coisinho” terá sido atropelado por quem mal via.

Mas porque mal se vê que quem queira atravessar a passadeira tenha de torcer o pescoço no sentido dos ponteiros para confirmar que a travessia é para fazer ali mesmo; ou que um condutor tenha de inclinar-se até partir o “gorgomilo” para “seguir” o sinal, o melhor é os senhores mandantes pegarem num fio de prumo e colocar os ditos cujos tão firmes hirtos como o vizinho poste de iluminação. É que se a coisa continuar para o torto, então… boa bai ela”!

O “boneco” que Vossas Mercês podem contemplar com a costumada perplexidade, é um dos insondáveis mistérios que nascem como cogumelos ali p’ras bandas da zona comercial da distinta Lamaçães. O quadro é uma daquelas coisas que deixam a gente desconfiada se o rigor da visão não foi tolhido por um copito de maduro com um teor alcoólico daqueles que o melhor é fugir do volante. Se na “passadeira” o sinal para peões mais parece querer “provar comprovadamente” que o mundo é redondo e, por isso, toca de acompanhar a curvatura da Terra; já a inclinação à retaguarda do vizinho que sinaliza aos “popós” a obrigação de virar à direita indicia uma manifesta deficiência rotacional do eixo da via, a modos de “prova provada” de que o “coisinho” terá sido atropelado por quem mal via. Mas porque mal se vê que quem queira atravessar a passadeira tenha de torcer o pescoço no sentido dos ponteiros para confirmar que a travessia é para fazer ali mesmo; ou que um condutor tenha de inclinar-se até partir o “gorgomilo” para “seguir” o sinal, o melhor é os senhores mandantes pegarem num fio de prumo e colocar os ditos cujos tão firmes hirtos como o vizinho poste de iluminação. É que se a coisa continuar para o torto, então… boa bai ela”!


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