Fotografia: Ana Marques Pinheiro
Regimento de Cavalaria chamado a combater fogos

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Ana Marques Pinheiro
9 Out 2017

À semelhança de outras unidades do país, o Regimento de Cavalaria n.º 6, de Braga, foi chamado a intervir no combate aos incêndios que se mantêm ativos no território nacional. O apoio do Exército foi coordenado pelo Centro de Operações de Apoio Militar de Emergência, a partir do Regimento de Apoio Militar de Emergência. Ontem combateram as chamas um total de 212 militares, quatro máquinas de rasto e 51 viaturas divididos em três equipas de ligação, quatro destacamentos de engenharia, sete pelotões de vigilância e rescaldo pós-incêndio e 12 patrulhas de vigilância e dissuasão.

Os meios do Exército português estavam a apoiar as operações em Pombal, Mortágua e Pampilhosa da Serra, e no patrulhamento em Bragança, Vila Real e Viseu.

Segundo o comunicado do exército, estão também efetivos em prontidão com o intuito de reforçar o apoio à Autoridade Nacional de Proteção Civil, bem com a outras entidades envolvidas e ainda colaborar em tarefas relacionadas com a satisfação das necessidades básicas e na melhoria da qualidade de vida das populações.

Ontem, em Covide, Terras de Bouro, deflagrou um incêndio em que, segundo a Autoridade de Proteção Civil, estavam no local 62 operacionais, 18 viaturas e um meio aéreo.

No sábado, no concelho de Guimarães, arderam 55 hectares de floresta. Na freguesia de Briteiros Santa Leocádia arderam 25 hectares. No local estiveram os Bombeiros Voluntários das Taipas. A mesma corporação combateu outro incêndio na freguesia de Gondomar, em que arderam cinco hectares. Outro incêndio com grandes proporções deflagrou na freguesia de Selho São Cristovão, onde arderam 25 hectares.

Entre janeiro e setembro deste ano, arderam 215 988 hectares de floresta em Portugal, mais 174% do que os últimos dez anos, segundo dados do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas.

Face às condições meteorológicas adversas, com pouca precipitação e a consequente situação de seca, o Governo prolongou até 15 de outubro o período crítico dos incêndios florestais, que normalmente termina a 30 de setembro.

 

* com Lusa

 

À semelhança de outras unidades do país, o Regimento de Cavalaria n.º 6, de Braga, foi chamado a intervir no combate aos incêndios que se mantêm ativos no território nacional. O apoio do Exército foi coordenado pelo Centro de Operações de Apoio Militar de Emergência, a partir do Regimento de Apoio Militar de Emergência. Ontem combateram as chamas um total de 212 militares, quatro máquinas de rasto e 51 viaturas divididos em três equipas de ligação, quatro destacamentos de engenharia, sete pelotões de vigilância e rescaldo pós-incêndio e 12 patrulhas de vigilância e dissuasão. Os meios do Exército português estavam a apoiar as operações em Pombal, Mortágua e Pampilhosa da Serra, e no patrulhamento em Bragança, Vila Real e Viseu. Segundo o comunicado do exército, estão também efetivos em prontidão com o intuito de reforçar o apoio à Autoridade Nacional de Proteção Civil, bem com a outras entidades envolvidas e ainda colaborar em tarefas relacionadas com a satisfação das necessidades básicas e na melhoria da qualidade de vida das populações. Ontem, em Covide, Terras de Bouro, deflagrou um incêndio em que, segundo a Autoridade de Proteção Civil, estavam no local 62 operacionais, 18 viaturas e um meio aéreo. No sábado, no concelho de Guimarães, arderam 55 hectares de floresta. Na freguesia de Briteiros Santa Leocádia arderam 25 hectares. No local estiveram os Bombeiros Voluntários das Taipas. A mesma corporação combateu outro incêndio na freguesia de Gondomar, em que arderam cinco hectares. Outro incêndio com grandes proporções deflagrou na freguesia de Selho São Cristovão, onde arderam 25 hectares. Entre janeiro e setembro deste ano, arderam 215 988 hectares de floresta em Portugal, mais 174% do que os últimos dez anos, segundo dados do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. Face às condições meteorológicas adversas, com pouca precipitação e a consequente situação de seca, o Governo prolongou até 15 de outubro o período crítico dos incêndios florestais, que normalmente termina a 30 de setembro.   * com Lusa     [embed]https://www.youtube.com/watch?v=AI2yxd6iU8I[/embed]




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