Espaço do Diário do Minho

A “melhoria” que tarda
7 Jun 2017
Narciso Mendes

Num programa de rádio em que se debatia a educação no país, memorizei uma história contada, salvo erro, por um psicólogo como exemplo do contributo que cada um de nós poderá dar ao bem comum. Os animais ao verem a floresta em chamas tiveram de a abandonar, resolvendo atravessar o rio para a outra margem. Decidindo, para o efeito, formarem-se em fila indiana. Seguindo à frente do elefante um colibri que apanhava algumas gotas de água, indo despejá-las no fogo.



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