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A força do homem do leme

No próximo dia 25, decorrem eleições para a liderança do PSD. Tudo leva a crer que Passos Coelho será o único candidato, situação que – dirão alguns – ilustra a falta de debate interno. Trata-se, isso sim – dirão outros – de um sinal da sua forte liderança e da convicção geral de que, apesar dos tempos difíceis que temos vivido, o estreito caminho que o Homem do Leme teve a coragem de seguir é uma opção incontornável. Esta é também a minha posição. E, por isso, pela terceira vez consecutiva, aceitei ser mandatária da sua candidatura. Porque acredito na sua honestidade, revejo-me na sua determinação, admiro a sua resiliência e o seu sentido de Estado. E estou cada vez mais convencida de que dificilmente alguém faria melhor!

Rosa Maria Arezes
18 Jan 2014

As notícias das últimas semanas confirmam a ideia de que está a valer a pena o enorme esforço que fomos obrigados a fazer para remediar os erros de outros, que agora nem sequer têm a dignidade de os assumir.
Os mais recentes dados do Eurostat revelam que a produção industrial em Portugal registou em novembro o nono maior crescimento, entre os 28 países da União Europeia, em termos homólogos (3,1%).
Também o INE revelou números que demonstram que o índice de encomendas provenientes do mercado nacional registou em novembro um crescimento homólogo de 2,3%.
Por sua vez, em dezembro, o Banco de Portugal mais do que duplicou as suas previsões para o crescimento da nossa economia. Ao mesmo tempo, o indicador avançado pela OCDE voltou a subir pela 18.ª vez consecutiva.
Recentemente, a emissão de dívida a cinco anos decorreu com grande sucesso, tendo a procura triplicado a oferta, o que constitui um sinal importante que resulta do aumento da credibilidade junto dos mercados e dos investidores.
Outro aspeto importante prende-se com a diminuição da taxa de desemprego que, apesar de ainda estar muito alta, tem vindo a recuar. Em termos absolutos, no mês de novembro registaram-se menos 91 mil desempregados do que no mês homólogo, confirmando-se uma redução sustentada, há dez meses consecutivos.
Todos estes indicadores mostram que o caminho difícil que trilhamos começa a dar resultados que nos conduzirão à recuperação da nossa autonomia financeira e a um crescimento sustentado.
É, aliás, muito sintomática a reação de determinados setores a estes dados positivos. Não conseguem mesmo esconder o seu incómodo, face à recuperação do País, elogiada por entidades de reconhecida credibilidade nacional e internacional.
Veja-se a falta de pudor dos que ainda há seis meses falavam de falhanço e da inevitabilidade de um segundo resgate para Portugal e agora já se atrevem a defender uma saída à irlandesa. É o delírio do populismo que tudo sacrifica em nome de interesses mesquinhos!
Felizmente, o povo tem mostrado outra grandeza. Por isso, os resultados são mérito do espírito abnegado e do sentido de responsabilidade dos Portugueses. E também da determinação do Homem do Leme que, contra ventos e marés, prossegue o rumo certo, convicto de que este é o único que nos permite um futuro promissor.




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