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Natal…

Celebramos o nascimento de um Menino que, filho de Deus, se fez homem – um homem diferente, com uma mensagem diferente, que deu um sentido diferente a este nosso mundo terreno. A partir do seu nascimento, do seu testemunho, começou uma nova era, um novo mundo. Esquecer esta dimensão do Natal (e quão esquecida está!) é uma constatação diária deste mundo moderno. Ao Deus Menino o mundo contemporâneo pretende substitui-lO pela figura simpática de um “Pai Natal – Coca-Cola”, que, vindo de não se sabe de onde, aparentemente nos presenteia com tudo o que um mundo material pode dar, ou, às vezes, nem isso!

Acácio de Brito
20 Dez 2013

Este não é o meu Natal, este não deve ser o sentido de Natal. Identifico-me mais com um Natal que os poetas anunciam: o Natal é todos os dias, é sempre que o homem quiser…
Porque inteligir a mensagem de Natal é responsabilizarmo-nos pelo Outro, é fazer do Outro um irmão, é assumirmos uma dimensão de tolerância e de colaboração com o Outro.
Não nego o sentido agradável da prenda! Mas, poupem-nos…
Mesmo em crise, chegamos ao exagero, ao limite, não vale a pena!
Por estas alturas recordo sempre, com uma nostalgia imensa, os Natais de outros tempos, alguns sem grandes prendas, mas sempre com uma prenda fundamental: sentir o calor de quem de nós gosta.
Porque o Natal deve ter sempre um verdadeiro sentido outro, porque a sua mensagem nos interpela para os mais desfavorecidos pela sorte da vida, nossos irmãos que sofrem, e muitos são, tem de ser para eles todos que hoje me dirijo: Um Santo e Feliz Natal.




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