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Portugal, meu País, ergue-te e caminha!

Segundo a previsão dum economista chinês que viveu em França, o Professor Kuing Yamang, a sociedade europeia está em vias de se autodestruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Os europeus não querem trabalhar. O que lhes interessa é lazer, entretenimento, futebol, TV. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo do trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar “a conta”. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida, empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
Para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos “sangram” os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial de pressão fiscal. É um verdadeiro “inferno fiscal” – para os que criam riqueza.
Os que produzem e criam empregos são punidos com impostos e taxas e os que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
O seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do… da China.
Dentro de uma ou duas gerações, “nós “(chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz…” A análise deste professor chinês tem tanto de aterradora como de verdadeira. Só que Portugal está em situação bem mais aterradora ainda. Ao mesmo tempo que se foi permitindo a destruição da máquina produtiva, que gerou desemprego, governos irresponsáveis contraíram uma descomunal dívida que só poderá vir a ser paga com grande e longo sofrimento do Povo.

Mário Salsa
3 Nov 2013

Para quê esta dívida? Para custear melhoramentos produtores de riqueza?
Qual quê! A dívida diluiu-se por fantasias, por corredores de corrupção, por ganâncias de dinheiro e sei lá por que mais!
A gravidade da situação é tal que se, por uma dádiva do Céu, todos a quem devemos desistissem dos seus créditos, mesmo assim não conseguiríamos viver sem que alguma alma bondosa nos avançasse uns cobres para alimentar a vida.
Portugal está ferido de morte e corre o risco de desaparecer como nação se não for empenhadamente socorrido, e o socorro tem de vir de dentro, do seu Povo.
É uma tarefa ciclópica, mas tem de ser empreendida.
Cada português tem de agigantar-se, tem de ser um leal e ardente “samurai” em luta pela Pátria moribunda.
A situação é calamitosa! Portugal não vive de si, do que produz, mas de empréstimos. É claramente um caminhar para o suicídio. Para tornar mais difícil a situação, a balbúrdia instalada é imensa. Todos querem mandar, todos querem defender e melhorar a sua posição social e económica.
A degradação social é enorme. Ninguém respeita ninguém! Tudo insulta. Tudo rebola ao Deus dará, sem autoridade e sem disciplina.
A democracia que todos dizem respeitar, tudo cobre, tudo justifica, tudo aceita.
A própria Assembleia da República é assaltada aos berros, que só terminaram 10 minutos depois.
Temos uma máquina judicial que arquiva processo de chamamento de palhaço ao senhor Presidente da República. Os governantes são impedidos de comunicar com os governados por grupelhos entoando cantarolas e insultos. Temos uns media que preferenciam a intriga, o espalhar de boatos, à formação do Povo, insultando-o mesmo com o aparecimento televisivo de comentadores que deviam, isso sim, ser duramente comentados.
Dar a volta a esta rebaldaria não é fácil, mas tem de ser feita.
Há que restabelecer autoridade, disciplina, respeito, amor pátrio, sentido do dever, amor ao trabalho, coesão social. Não temos outro caminho que não seja o de reconstituir tudo o que foi destruí-do, melhorando o que havia, e passarmos a viver honradamente do nosso trabalho e do que produzirmos.
Não fiquemos à espera que grandes empresas, nacionais ou estrangeiras, venham motorizar a nossa economia e criar emprego. Já cá estiveram e ajudaram ao estado em que estamos, com a sua fuga ou” falência”. São entidades sem rosto e sem pátria que se movem em função de bons lucros e que desaparecem logo que num outro local do planeta os perspetivem maiores e mais fáceis de obter.
Vamos viver à nossa medida, com as nossas PME que nos garantem estabilidade e emprego.
Que o senso, a inteligência e a humildade nos abram os olhos e nos ensinem e disciplinem a sair deste pestilento monturo!




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