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Interrogação ao negativo patriotismo dum Partido

Todos os portugueses sabem que o governo anterior a este, poucos meses antes das Eleições Legislativas, tinha em mente projectos megalómanos, como por exemplo o TGV (comboio rápido), estando em situação de finanças arruinadas, situação que energicamente foi denunciada pela Drª. Manuela Ferreira Leite e a que muita gente não deu importância, considerando o aviso política duma velha, que apregoava uma atoarda de pessoa ambiciosa de poder.

Manuel Augusto da Costa Azevedo
25 Out 2013

Todavia, a Drª. Manuela F. Leite, economista séria e patriota, tinha inteira razão, que se confirma poucos meses depois, porque o Primeiro–ministro foi obrigado a encarar a situação de bancarrota do País, assim tendo de pedir de emergência a vinda do FMI que, com o Banco Central Europeu e a Comunidade Europeia, constituíram a denominada Troika, porque se assim não fosse, Portugal entrava em bancarrota, o que significava que os portugueses entravam na miséria sem ter dinheiro para as necessidades básicas (pagamentos aos funcionários públicos, pensões dos reformados, encerramento das universidades e escolas, etc.). Diz-se que o Sr. Presidente da República, economista conceituado, conhecia a situação, mas se sabia não que se impunha, que seria demitir o Primeiro-ministro socialista em exercício, porque, por muito menos, o Dr. Santana Lopes foi demitido com os outros membros do governo, pelo Sr. Presidente Sampaio.
Vieram as Eleições Legislativas, que são sempre um grande encargo financeiro para o País, e, o governo eleito por maioria PSD e CDS foi penosamente obrigado, por razões de emergência herdadas pelo anterior governo, a subscrever com o Partido Socialista derrotado, as pesadas exigências dos nossos credores denominados Troika, o que foi igual a perder-se a Independência Financeira pela qual se bateram os nossos gloriosos e guerreiros antepassados, que tiveram todo o povo português a seu lado a apoiarem aqueles.
E agora o que vemos nós: o Partido Socialista actual, que teve no seu congénere passado grande culpa da grandeza da crise que todos os portugueses estão a sofrer, uns mais que outros, porque há riqueza nalguns a quem não chegou a crise, a não colaborar com o actual governo na solução d’aqueles, pensando só no seu partido, ignorando as responsabilidades e, mais, a atirar a responsabilidade aos membros do actual governo, a atribuírem a situação de sofrimento dos desempregados e ao insatisfatório atraso do crescimento da economia nacional, à má gestão dos actuais governantes, fazendo coro com os parceiros sociais, querendo com partidos de esquerda, que o actual governo faça omeletes sem ovos. E não só, há no ensino pais que não o sabem ser, dando sempre razão aos meninos e meninas nos seus comportamentos de rebeldia, culpando o Ministério da Educação de incompetente, defendendo a rebeldia, alegando alguns a irem até às últimas consequências, sem se importarem minimamente com o respeito que merece a maior parte dos Professores que querem o melhor aproveitamento escolar para os seus alunos e alunas.
Não ignoro que o erro dos docentes, por vezes, excede o limite. Mas qual é o ser humano perfeito?
Merece uma nota de realce a atribuição dos resultados eleitorais últimos, mas Portugal, para ser normal como País, deve pensar que as eleições autárquicas são autárquicas, como diz bem o Sr. Presidente da República e a Comunidade Europeia.
Para terminar, uma lembrança feita aos magistrados do Tribunal Constitucional, feita, insisto, com o mais elevado respeito. Na vida, todos os povos que querem sobreviver, o sentido moral, que é inato à consciência do ser humano, portanto deve influenciar qualquer ser quando está subordinado a uma ideologia, como prevalece em Portugal, com a Constituição Portuguesa, ao ser influenciado por uma Revolução sem sentido nem propósito em dar felicidade a todos os portugueses, porque deles surgiu não só a liberdade como também a libertinagem, havendo pelo contrário, muito ódio aos que anterior à Revolução nem sempre deram felicidade pelo seu autoritarismo (não é justo chamar-se-lhes de fascistas), não subestimem os Srs. magistrados a imposição autoritária, não só com o Governo, como a todos os portugueses sobretudo, por ventura aos mais carentes de bens e cultura, se não querem ver Portugal transformado noutra Grécia e, assim, termos de suportar um segundo resgate, com mais sacrifícios para os portugueses ao não se cumprir o Programa de Emergência  imposto pelos nossos credores.
Parabéns ao eleito Presidente da Câmara de Braga, Sr. Dr. Ricardo Rio, que eu não conheço, mas que merece ser felicitado, porque dá um exemplo de luta persistente, ensinando os bracarenses a não desistirem dos seus sonhos, honrando o exemplo dos nossos maiores antepassados, que a vida é vencer e perder.




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