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Ação social em Vila Verde

Ajudar os outros deveria ser uma necessidade básica para sobrevivermos. Seguramente, éramos todos mais felizes partilhando o pouco que temos com os muitos que carecem de auxílio. Nos tempos que correm, são cada vez mais aqueles que precisam de ser ajudados e, nessa matéria, todos juntos podemos, de alguma maneira, dar um pouco mais de nós a quem menos tem. É um facto que, a título individual, podemos contribuir para fazer a diferença, no entanto, também compete aos órgãos do poder, central e local, dar uma mãozinha.

Luís Sousa
31 Mai 2013

Infelizmente, basta ler os jornais para percebermos que do poder central pouco ou nada podemos esperar, pelo menos para já! Satisfaz-me, no entanto, ver que, pelo menos no meu concelho de Vila Verde, a autarquia tem assumido o leme no que diz respeito aos apoios sociais, facto que ganha maior dimensão e significado se atendermos à conjuntura económica difícil em que o país está mergulhado.
Em Vila Verde, são vários os exemplos de políticas de âmbito marcadamente social: as famílias carenciadas estão isentas de taxas de construção e de taxas de ligação de água e saneamento; os serviços de abastecimento de água são dos mais baratos do distrito, praticando-se preços bem abaixo dos verificados, por exemplo, nos concelhos de Braga, Barcelos, Esposende, Guimarães, Fafe, Póvoa do Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão; o preço dos serviços de saneamento também é dos mais baratos quando comparado com outros concelhos; o IMI está fixado na taxa mínima de 0,3%; as Instituições Particulares de Solidariedade Social não pagam as tarifas de ligação para abastecimento de água e saneamento; os jovens estão isentos do pagamento de taxas de construção; as novas empresas estão isentas da derrama; há também isenção para todas as taxas que se destinam a obras com finalidades agrícolas, pecuárias e florestais, entre outras.
Estas medidas de apoio às famílias e também às empresas constituem, no meu entender, a imagem de marca da política de atuação do Município de Vila Verde nos últimos anos, facto que merece ser enaltecido. São medidas que, naturalmente, não fazem de Vila Verde o concelho perfeito, mas contribuem certamente para torná-lo melhor e mais atrativo. Numa altura em que as autarquias viram substancialmente reduzidas as transferências de fundos por parte do Estado, por força da atual conjuntura, estas medidas de índole social e vocacionadas para o crescimento e desenvolvimento económico, aliadas a uma redução significativa do endividamento do Município, denotam uma gestão responsável e rigorosa dos destinos de Vila Verde.
Louvo esta forma de governação atenta à realidade em que vivemos, centrada nas pessoas e pensada para ajudar aqueles que mais precisam, atenuando os efeitos nefastos que a crise económica em que vivemos tem em muitas famílias.




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