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A importância de se chamar Ernesto

Para manter a tradição A Importância de se chamar Ernesto, de Óscar Wilde (OW), também dita de ser Prudente ou de ser Honesto. Segui a designação comum, passada ao Cinema em 1952, 1992 e 2002. Curioso o ano DOIS em toda a cinematografia. Quando Habemus Papam, afigura-se-me ser de reflectir n’A IMPORTÂNCIA DE SE CHAMAR FRANCISCO. A Importância do momento menoriza o demais do Assim vai o Mundo.

Gonçalo dos Reis Torgal
29 Mar 2013

Perde importância o P.R. ir a Roma saudar Sua Santidade sem lembrar que no “raramente tenho dúvidas” promulgou sem elas o Aborto e Casamento Gay, onde o Papa põe a tónica.   
Secundarizado fica o venerando opinar, criticar e sugerir da censurável política Europeia e do que cá ocorre só silêncio ou banalidades.
De somenos as derrapagens constantes do Orçamento, desemprego, recessão e a vesga teimosia de CPP do vamos no bom caminho.
Em espera a tardia decisão do TRIBUNAL CONSTITUCIONAL dos consecutivos roubos da dupla CPP/Gaspar com, dizem, sussurros de oposição do CDS, cuja acção agarotada (os Homens calam – só votam) na bancada parlamentar faz duvidosa.
Sem a reacção popular passaria por sem importância o insulto da RTP, com ámen de Relvas, ao contratar Sócrates. Será que “o medo guarda a vinha”? Terá Sócrates provas das falcatruas do BPN que incomodarão gente de “tés” ou não há VERGONHA nem respeito?! Importante era Sócrates vir à RTP explicar o onde e como angariou o esbanjado em Paris e dizer ou negar os offshors da Mamã – inestimável serviço público. O demais só caberá na Rede num antes ter um bom rendimento do que ser sério (OW).
Adiada, a importância de Seguro não se demarcar de Sócrates e a ascensão de figuras gradas do socretinismo, a inquietar o post CPP.
Importante é A IMPORTÂNCIA DE SE CHAMAR FRANCISCO.
Conheci sete Papas – vou no oitavo.
No longe da memória a morte e exéquias por Pio XI, entroncando na glorificação de Pio XII, figura que retenho e impunha devoto respeito. Saudei com esperança João XXIII – o Bom Papa João – da doutrina abusei para distinguir PAZ de Liberdade: a Paz é a Liberdade tranquila – seguimos sem uma nem outra. Chorei-o na morte. Compensou-nos o Senhor com Paulo VI. Com ele se transpuseram fronteiras e se deu à Igreja sentido Católico. Com ele estivemos, em Fátima. Interroguei-me dos desígnios do Senhor, pelos escassos dias do prometedor João Paulo I. Por graça do Espírito Santo elegeram os Car-
deais  Karol Józef Wojtyla, S.S. João Paulo II, que depois de alongar a Cruz pelo Mundo a carregou ao Calvário e dela não desceu até o Pai o chamar. Orámos com ele em Fátima e Coimbra. Rezo-lhe com a devoção com que por Santo o tenho. Beato que é.
Bento XVI trouxe a novidade de um Papa alemão. Viveu com dedicado Amor à Igreja inquieto mandato. Fez História resignando. Haverá no seguir Gregório XII o também “desejar ser parte da solução para pacificar a Igreja” então cismática entre Roma e Avignon, agora num como que cisma do não respeito patente na iníqua recepção em Berlim. Quiçá não seja alheia a tristeza pela pedofilia e corrupção. Mas no desenlace, creio-o, estará o Espírito Santo. Pedirá por todos no emérito pontificado.
Do “fim do Mundo” veio o Papa Francisco, Jorge Bergoglio – Cardeal de Buenos Aires. Alterou a História. Veio da Ibero-América e é Jesuíta. Optou por honrar o Povorello. Salvaguardados o mudar dos tempos e vontades, volverá a Igreja à pureza cristã do tempo apostólico? Tenho Fé. Tem para isso “boa pinta”, no dizer de ingénuo respeito ouvido a Homem do Povo.
Deus o traga POR BEM e que dele floresça na Igreja e em nós o sentir franciscano de Assis:
Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
Onde houver erros, que eu leve a verdade;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Então “Sereis o meu POVO!”




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