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Outro Ponto de Vista…

Num exercício de coerência discursiva republico uma crónica de 2008, em pleno reino do forrobodó socrático:«A escala técnica da viagem de Hugo Chávez em Lisboa foi aproveitada, mal, pelos poderes, para um exercício do que nunca se deve fazer. Que as empresas privadas façam negócios com quem querem, é lá com elas. Que se sirvam de personalidades que hoje politicamente valem coisa nenhuma, para a abertura de portas em lugares do mundo onde pontificam o terror, a falta de liberdade e porque não dizer, o nepotismo, até podemos aceitar.

Acácio de Brito
8 Mar 2013

Agora, em nome de uma diplomacia que se pretende atuante, fazer de conta que o que verdadeiramente conta, afinal não conta coisa alguma, só não é cómico porque é mesmo trágico.
O personagem em causa, que lembra nos pressupostos de como tomou conta do poder, um outro louco, mas este europeu e estou a referir-me a Adolfo Hitler, não é confiável e como o outro, que de diferente só tinha a cor da pele, levará seguramente o povo da Venezuela ao sofrimento e ao desespero.
Os sinais são por demais evidentes. Só não vê quem não quer…
O tempo, infelizmente dará razão a quem não se revê neste circo, onde a fera anda à solta e onde a regra é “tens petróleo, então és meu amigo”.
Ao bom exemplo de um monarca, democrata e com sentido da responsabilidade histórica contrapomos, neste retângulo, um comportamento displicente, subserviente e pacóvio.
Mas, sinais dos tempos!
Já que não contamos coisa nenhuma, ao menos servimos de ajudantes na encenação que este personagem vai desfiando.
O problema é que ele cala muitos e não se cala…
Até a um dia, depois de muito fazer sofrer, mas que se vai embora, não tenho dúvida alguma.»
E, assim foi… Apesar de tudo, Paz à sua alma!




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