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Outro Ponto de Vista…

A propósito do despropósito da abusiva utilização da música de José Afonso, algumas notas reflexivas,1. Por causa das ideias defendidas pelos agora cantadores da revolucionária música, muitos de nós, imensos em Portugal e muitos mais no mundo, sofremos agruras imensas. 2. Por causa dos desmandos da rapaziada cantadora de outrora, o País ainda hoje paga pesada fatura. 3. Por causa da nossa tolerância democrática, permitimos-lhes o que de modo algum nos permitiriam fazer, opinar e ter opinião contrária. 4. Por causa de uma noção errada de que em democracia tudo é permitido, temos de aturar, pagando, umas pessoas que apenas servem para preencher espaço mediático.

Acácio de Brito
22 Fev 2013

Mas o tempo que corre é momento de dizer BASTA!
Aos acompanhantes profissionais, aos berradores de serviço é tempo de se lhes perguntar do patrocínio!
Provavelmente os dinheiros que desbaratam, pois tempo demasiado livre vão tendo, para perseguir todos os que opinião diferente se arriscam a manifestar, deve vir de algum lugar.
Arrisco-me a adivinhar, sem medo do contradito, que eventualmente são pagos com dinheiros de todos nós.
É uma vergonha!
Sabemos que os tempos são de grandes dificuldades, que muitos passam “as passas do Algarve” e que muitos outros têm o direito à indignação perante a indignidade de alguns comportamentos indecorosos, mas nada justifica que uns poucos inadaptados possam de algum modo condicionar a vida democrática de muitos outros, a maioria.
De modo concordante com o poe-
ma musicado, “o povo é quem mais ordena”, esse mesmo povo de modo maioritário, nunca se reviu na garotada que por aí vai tentando importunar quem quer fazer alguma coisa de útil pelo País.
Quando se pronuncia em eleições democráticas, o povo, de modo sereno, tem dado resposta adequada.
Não se revê nas propostas grandiloquentes destes revolucionários de pacotilha, nem tão pouco lhes atribui grande importância, apesar do ruído que fazem.
Mas, de modo impróprio, esses mesmos, que não têm representatividade, procuram manietar e condicionar quem tem legitimidade democrática.
O espetáculo da, esta sim, brigada do reumático, na Assembleia da República, cantando, infelizmente, não rindo, mostra o despudor e o desrespeito de alguns, sobre a vontade da maioria que não se revê nestes comportamentos carnavalescos, mas, perigosos no que representam de desconsideração pelas pessoas e órgãos com legitimidade democrática.




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