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Outro Ponto de Vista…

Por alturas da elaboração da lei eleitoral, o legislador deve ter pensado, lá no seu íntimo, que a constituição de círculos eleitorais com correspondência aos vários distritos do nosso País iria implicar que as pessoas dos vários cantos do todo nacional iriam estar representadas na considerada casa-mãe da democracia, a Assembleia da República. Não obstante, de modo explícito, depois de eleitos, os deputados passam a representar o todo da nação e não a parte da qual mereceram o voto, não existindo, para lá do barulho do tempo eleitoral, representantes dos círculos.

Acácio de Brito
8 Fev 2013

O que assistimos de forma recorrente é sempre mais do mesmo!
Por alturas pré-eleitorais aparecem, seja em Braga, ou Bragança, ou mesmo em Faro, figuras que das terras e dos distritos só se devem lembrar do que aprenderam na escola primária e se a fizeram em tempos remotos!
Hoje, o conhecimento seria moderno, no Google!
Para lá destes reparos, que na nossa perspetiva não são de somenos, constatamos ainda que, também, o legislador entendeu, lá no fundo do seu íntimo mais profundo, que quem se dedica à causa pública com tantos sacrifícios pessoais e profissionais deveria ser ressarcido pelas agruras do nobre sacrifício!
Criou-se então, com força de lei, regras de subvenção, integração vitalícias para os servidores da causa pública que, pasme-se, permitiram que alguns tivessem tais regalias e prebendas, que nem nos tempos idos das descobertas, nos novos senhores das terras encontradas se encontra paralelo.
Puro engano, perfeita chico-espertice!
O tempo é de denúncia pública de todos os casos que não enobrecem nem os próprios, nem quem os nomeia e retira autoridade moral a quem pensa que um dia nos pode governar.
Daí a importância das eleições autárquicas.
Nós conhecemos os que irão merecer o nosso voto.
Pelo sim e pelo não, de forma segura, as escolhas são feitas.
No concelho de Braga, a escolha, ainda, não me parece óbvia.
Falta a pronúncia do CDS sobre a substantividade do que se propõe ao eleitorado de centro-direita.
Na capital do distrito que deu País, Portugal ao mundo, podemos dar novo exemplo pronunciador de nova forma de estar na defesa da causa pública.
Proponho nesse sentido que o contributo do CDS seja na linha do iniciado em 2001. Com clareza, sem subterfúgios e com escolhas de quem tenha do concelho uma opinião avalizada e conhecedora.
Todavia, a minha escolha é clara, Mudar!
Proponho nesse sentido que o contributo do CDS seja na linha do iniciado em 2001. Com clareza, sem subterfúgios e com escolhas de quem tenha do concelho uma opinião avalizada e conhecedora. Todavia, a minha escolha é clara, Mudar!




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