Fotografia:
A minha greve

Acatando civicamente o direito à greve conforme a constituição assim o permite, resumo em algumas palavras o verdadeiro direito e necessidade de fazer greve.Os tempos atuais de agitação de um povo habituado a ter tudo à custa do sacrifício direto ou indireto dos outros, transcende para a necessidade e hábito de manter o mesmo nível de vida e consequentemente, não habituado aos melhores momentos que passaram nos últimos anos, veem-se obrigados a alterar os seus costumes e hábitos diários, destes e dos seus familiares mais diretos em comunhão de cama e mesa.

José Manuel Pereira
19 Nov 2012

O dia 14 de novembro, vai ficar na minha memória futura, como mais um dia do meu habitual quotidiano em que levo o meu filho mais velho à escola EB2/3 Lamaçães e perante todas as dificuldades diárias dos responsáveis pelos seus educandos em proporcionar-lhes uma formação intelectual e cívica, tive que apenas aguardar pelo 1.o toque de entrada e constatar pela presença de todos os professores que iriam lecionar as aulas.
Contente pela compreensão dos professores e auxiliares daquela escola, manifesto o meu inteiro agradecimento a todos eles, concordando que, de facto, a greve seja um momento de manifestação de revolta pelas atrocidades fiscais e parafiscais emanadas pelos nossos governantes, contudo sou de opinião que a paragem momentânea nestas ocasiões, apenas servem para diminuir a pouco produtividade da nossa economia e agradar aos associados dos diversos sindicatos existentes em portugal.
O tecido negro existente naquela escola dizem “basta”, porventura colocado por alguém, que infelizmente, não consegue cumprir com todas as suas obrigações mensais e manifesto a minha total solidariedade, louvando a sua coragem e apelando que mantenha viva e saudável o seu propósito de, como verdadeiro cidadão, lutar todos os dias pela mudança de destino deste nosso portugal.
Bem hajam os que ainda acreditam.




Notícias relacionadas


Scroll Up