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As críticas (des)construtivas!

Como cidadão bracarense e parte integrante da maior concelhia do País da Juventude Socialista, não podia deixar de expressar a minha discordância para com as crónicas que têm aparecido, sobretudo por parte de líderes de outras Juventudes Partidárias do nosso concelho e de pessoas que se escondem atrás do anonimato. Sendo representantes dos jovens da nossa cidade, deveriam dar o exemplo e ser os primeiros a impulsionar e mobilizar para um sucesso, ainda maior, quer da nossa cidade, quer de um evento com esta dimensão – Braga 2012: Capital Europeia da Juventude.

José Litra
29 Ago 2012

Já se tornou hábito abrir os jornais diários da cidade, parar na secção das crónicas e deparar com tais comentários depressivos, com falta de ética, de dinâmica, que apenas se resumem a criticar, criticar, criticar… Ideias, contributos válidos, construtivos e enriquecedores… ZERO!
O Plano Crítico nasce com o intuito e o desejo de tentar melhorar algo em que se verifique um acentuado declive de conteúdo relativamente ao assunto em questão. Não basta criticar sem fundamentos. Para criticar é preciso saber criticar, ter uma construção viável daquilo que nos propomos criticar.
A crítica construtiva tende a melhorar o estilo do criticado, seja ela de que caráter for, mas a “crítica destrutiva”, como a que temos presenciado, fica por conta da má interpretação do chamado “crítico – Aloprado”. Neste caso concreto, os chamados “críticos” talvez tenham alguma “doença recém-descoberta” e ainda não catalogada sobre os efeitos causados pela exposição ao ódio excessivo a quem constantemente disparam as balas dos seus “canhões criticantes”.
A estes direi que tal são as críticas que fazem, mas que só vêm demonstrar o grau de desconhecimento relativamente ao que se passa à volta deles nesta MAGNÍFICA CIDADE. Dizer mal de Braga 2012: Capital Europeia da Juventude é falar sem conhecimento de causa, é demonstrar falta de interesse pelo que se passa na cidade. Se pararem um pouco para apreciar o que se tem passado neste primeiro semestre, constatam uma cidade preenchida com inúmeros eventos de variadíssimas temáticas, gerando um pujante “Elixir da Juventude”! Os primeiros a criticar são os primeiros a não marcarem presença nas atividades, não acrescentando qualquer tipo de ingrediente a este sucesso e ainda disparam as suas mágicas críticas sem saberem o que realmente criticam. Criticam apenas por criticar, sem nunca terem apresentado alguma ideia ou contributo e, talvez, porque convém, visto estarmos a um ano de eleições autárquicas. A sede pelo poder talvez lhes esteja a criar algum tipo de alucinação, não permitindo que tenham uma visão clara sobre o que se passa à sua volta.
 Num programa eclético, substancialmente focado em 3 eixos – Desenvolvimento Integral do Jovem, a Reflexão dos Jovens sobre o futuro das cidades, sobre a sua Qualidade de Vida e Inclusão Social e, por último, a Dimensão Europeia e Internacional do evento – Braga 2012 terminou o seu primeiro semestre de atividades.
Avaliando estes 6 meses de Capital, em que recentemente se provou que houve um retorno de investimento superior a 3 milhões de euros e um aumento em 40% no número de turistas na cidade desde 2010, data em que a cidade soube que seria a Capital Europeia da Juventude em 2012, eu diria… MISSÃO CUMPRIDA!
Se olharmos para as cidades vizinhas, facilmente percebemos a enorme evolução que Braga teve. Já por isso, é considerada a 3.ª maior cidade do País e é, hoje, CAPITAL EUROPEIA DA JUVENTUDE. Aos que dizem mal, atrever-me-ia a perguntar se andam com os olhos vendados sempre que saem à rua! Ouso dizer que sim porque, como diz o ditado, “o pior cego é o que não quer ver”.
Para finalizar, deixo um excerto de um poema de um filósofo que admiro bastante e que encaixa na perfeição na imagem que estes críticos têm demonstrado da sua personalidade e forma de ser:
“A crítica é menos eficaz do que o exemplo. É de considerar se a grande sugestão para usar da crítica nos nossos tempos e que põe em causa todos os valores consagrados, não é o resultado duma anemia profunda do ato de vontade de quem a usa. Todos temos consciência de como o exemplo se tornou interdito, como o indivíduo, na sua excpção perturbadora, é causa de mal-estar. Dir-se-ia que a fraqueza, a breve virtude, a mediocridade, de interesses e de condições, têm prioridade sobre o modelo e a utopia. A par desta dimensão rasa do despotismo do demérito, levanta-se uma rajada de violência. É de crer que a violência é hoje a linguagem bastarda da desilusão e o reverso do exemplo, representa a frustração do exemplo. O crítico tenta construir o seu ninho de águia, mas no final não passará para ele dum ninho de toupeira.
O crítico é mesmo assim: é em vão que inveja o historiador das ideias! “ (Jean-Paul Sartre).
Bem-haja a BRAGA e à CAPITAL EUROPEIA DA JUVENTUDE porque todos, sem exceção, SOMOS BRAGA!




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