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Levadas pelo vento

vento que as espalhará ou as deixará cair nos montes da indiferença ou nos montes do esquecimento. nasci português e vivi 18 anos na vigência de um regime não democrático e cuja queda me chocou pois nunca senti a sua opressão fruto talvez da minha juventude e da educação certinha que recebi mas rapidamente aprendi a liberdade e o seu significado mais responsabilidade mais respeito e mais atitude então rejubilei.

AmJoBar
24 Jul 2012

hoje sou europeu uma das muitas conquistas da liberdade numa europa hoje com dificuldades que muitos querem vencer e ajudar a vencer procurando incansavelmente soluções onde os meus portugueses e os meus europeus estão de parabéns e à sua paciência eu brindo com um copo de verde que muitos dos meus tão bem sabem fazer.

e há alguns outros que a querem destruir e são aqueles que por convicção se convencem que a confusão ou o pregão constante do insucesso e dos erros os podem pôr no lugar dos que agora querem destronar e também aqueles outros que aproveitando o lugar que muitos de nós lhes demos se apropriam do muito que a bastantes de nós é sacado e que de formas ardilosas e imorais conseguem transformar as tramóias em atos legais autênticos glutões insaciáveis os glutodinheirões aos quais os meus um dia terão de puxar as orelhas e pedir contas ou simplesmente virar-lhes as costas na próxima já que outros da mesma índole não deixam que as contas sejam feitas.
e também aqueles outros que depois de se acharem “justamente” recompensados com os ganhos ou subsídios recebidos encerram as empresas e colocam sem trabalho e por vezes sem a paga àqueles que lhes fizeram ganhar aquilo que desviaram para o seu lado.
e aqueles outros que pelo seu pessimismo e eterno vício de maldizer que muito diz das suas invejas impedem que os meus façam espalhar o seu otimismo  e tentar soluções eternizam no poder os bem falantes mentirosos.
e aqueles outros que aldrabando recebem benesses a que não têm direito que os meus pagam achando-se sempre com direitos e sempre omitindo as obrigações.
e ainda os estragomanientos que tudo estragam desde calcar o jardim que os meus pagaram ou pagarão quem sabe se eles também até ao material escolar hospitalar rodoviário social e depois dizem que está tudo uma porcaria e não esqueço os espalha lixo que tudo emporcalham e que geralmente não o querem à sua porta mas á porta do “vizinho” pode ser.
e ainda os outros jovens ou nem por isso que apenas vão à escola nada mais fazendo alguns nem passear os livros vão deitando ao lixo o esforço dos meus e perdendo a juventude e a oportunidade que pode ser  única e com a benevolência daqueles que têm o dever de os levar a cumprir e com a escola lavam as suas mãos descarregando nela a sua responsabilidade.
talvez um dia os meus europeus não consigam conter uma explosão de raiva mas entretanto eu e os meus continuaremos sempre a querer que a europa em e em especial o nosso cantinho ganhe firmeza nas pernas nos braços e em lucidez muita lucidez e que cada vez mais outros passem a ser dos nossos e possam continuar a usufruir de uma europa sempre.
acabo com estas soltando-as ao vento desejo que todos façam por ser felizes e riam porque só os sisudos e os infelizes não sabem rir.
P.S. não pretendi imitar o nobel. a tanto não me chega a arte. apeteceu-me apenas esticar a esferográfica e depois o teclado.




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