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Mais respeito pelos cidadãos que têm de andar a pé

O pacato cidadão que tem de circular pelas ruas da cidade de Braga depara-se com muitas dificuldades para o poder fazer.

N/D
8 Abr 2005

É rara a rua da cidade, aonde o piso é em paralelo, que não tenha que andar com o máximo cuidado, pois quase todas sofreram obras para a colocação de cabos subterrâneos ou a introdução de gás canalizado e outras obras. Depois, quando são novamente calcetadas, ficam uma miséria, passados poucos dias. Hoje, parece que esses serviços não são executados por pessoal com alguns conhecimentos, o que não acontecia há alguns anos atrás.
Não é por falta de tempo, pois há serviços que demoram mais do que seria de desejar – por falta de acompanhamento dos responsáveis, para fazerem que os mesmos serviços andem para a frente e sejam executados com o mínimo de perfeição…

Veja-se a rua do Raio, pois nem à segunda vez ficou de maneira a que as pessoas que circulam pelo passeio o possam fazer sem apanhar com a água, que é atirada pelos carros que por lá circulam.

Veja-se os passeios da Avenida Central. É rara a semana em que não andem a acertar o passeio. Tira pedra e mete pedra!… Ainda há dias procederam ao arranjo, junto à igreja da Penha, e veja-se como já está. Já não falo nos caleiros dos prédios antigos, de certas ruas da cidade, que atiram com água por cima de quem tem necessidade de as calcorrear a pé.

Mas o que me levou a tomar esta atitude de revolta foi o seguinte: na passada segunda-feira de Páscoa, fui ao Cemitério Municipal, acompanhado de minha esposa e de outros familiares. Quando nos dirigíamos para a saída, fomos surpreendidos por uma forte bátega de água vinda do lado de fora da estrada, que se dirige para o Areal, causada por qualquer veículo que por lá passava, pois quando chegamos cá fora, a rua encostada ao Cemitério era um lago cheio de água… Não sei se devido às sarjetas entupidas ou ao calcetamento mal executado da mesma rua. Por sorte, vínhamos com os guarda-chuvas abertos e foi o que nos valeu; caso contrário, ficaríamos todos encharcados.

Por que é que os responsáveis não dão uma volta pela cidade, para detectarem estes casos?




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