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Os transportes citadinos

Venho publicamente reclamar de situações que se nos deparam a nível dos transportes públicos citadinos, as quais bem podiam ser colmatadas se às mesmas se quisesse consagrar mais vontade de as ultrapassar.

N/D
29 Mar 2005

1 – Saio de um comboio que chega à estação de Braga 12 minutos depois das 19h e sou confrontado sistematicamente com a passagem (à mesma hora, com atrasos de trânsito e outros imponderáveis!) de um autocarro, penso que proveniente dos lados de Ferreiros, e que serve para chegar às proximidades do local onde moro.
Como nunca posso apanhar este veículo visto me ser mesmo impossível fazê-lo nessas circunstâncias, tenho que permanecer ao frio à espera de um outro que dali a meia hora, mais minuto menos minuto, lá chegará para o mesmo destino! As alternativas são gastar dinheiro em táxis, ir a pé até ao Largo dos Penedos (uns modestos 1300m…) ou esperar que, às tantas, apareça o 02 com destino ao Bom Jesus, saindo na Rodovia e canalizando uma das funcionais “travessias” aéreas para peões!…

Pergunta-se: Com tanto autocarro a circular, uns subindo a Rua Andrade Corvo para “abastecer” carreiras mais acima, mas para outros destinos, ou ladeando a rotunda da Estação, dirigindo-se para os lados da Rodoviária de Entre-Douro-e-Minho, verifica-se que tal carreira “fugidia” e ocasional é mesmo um autêntico Godot de que poucos já por ele esperam! Será pedir “muito” um simples autocarro sincronizado com a chegada, aliás fixa, dos comboios do “ramal” de Braga?!…

2 – Em chegando aos últimos dias de cada mês estão as bilheteiras dos TUB sobrecarregadas de serviço, com filas intermináveis de diverso tipo de utilizadores. E o número de funcionários passa a ser escasso, especialmente quando um utente resolve conferir horários excessivamente pontualizados. Porque não experimentar um reforço para ajudar até dos próprios funcionários ou destacados, aliás com grande índice de prestação de atendimento?

3 – Em chegando aos domingos, surge então uma espécie de motorista de conduta calamitosa, aquele género de agente único que não espera por passageiros que estão mesmo a chegar e a menos de 10 metros da paragem! Será que Braga aos domingos está assim tão atafulhada de trânsito que alguns destes motoristas aproveitam para acelerar?




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