Fotografia:
O “cerco” está a alargar-se…

O “boneco” que aqui apresentamos é mais clarinho do que a água suja: o estuque do tecto está a desfazer-se a olhos vistos e as pessoas que por ali têm de transitar vão sempre com o coração nas mãos – não vá cair-lhes um rabanete no toutiço, toldando-lhes a vista!

N/D
21 Mar 2005

Todos sabemos que a “memória é curta”. Mas, mesmo assim, talvez ainda haja um ou outro estimado leitor que se recorde de já aqui termos alertado, em tempos, para a forma como se encontra o tecto da Arcada: algumas partes já há muito tempo que se revelam com graves problemas de “reumatismo”, sendo evidentes os indícios de que, qualquer dia, “a casa vem abaixo”…
Ora bem: como se fez ouvidos de mercador a esse oportuno alerta, eis que agora foi necessário que a Polícia “cercasse” uma parte da Arcada, no sentido de evitar que algum transeunte leve com um “naco” na tola e vá desta para melhor…
Agora que foi necessário “cercar” a zona mais afectada pelo cai-não-cai, há que agir com rapidez. Não só porque se trata da zona mais “nobre” da cidade, mas também porque se trata de um local onde é praticamente “obrigatório” passar, até porque há uma dependência bancária mesmo por debaixo do cai-não-cai e o perigo espreita a cada instante!

É claro que uma cena destas teria sido evitada se a intervenção tivesse sido feita oportunamente, de modo a evitar-se a colocação de “fitinhas”. Mas, já que se não fez essa intervenção na devida altura, que não tenhamos de esperar até ao século vinte-e-dois para que haja uma “solução” para o problema…

Cá o burgo já sabe que o “deixa andar” é, por vezes, o mandamento mais em voga. Contudo, neste caso, seguir esse mandamento será permitir que o tecto vá caindo, o perigo vá continuando, e a imagem da célebre Arcada se vá deteriorando progressivamente. E isso seria pior do que o “falam-falam-falam e não fazem nada!”.

Por isso, atenção a esta situação. Caso contrário… boa vai ela!!!




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