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Finalmente um governo com maioria…

Porque criticar se tomou hábito, recuso fazê-lo em relação à política, considerando que a vontade do povo é soberano e no actual contexto político, todos devem participar na solução dos problemas do país, quando em causa está o futuro de cidadãos e dum povo, cuja maturidade em questão de política, a todos vai surpreendendo eleições atrás de eleições.

N/D
11 Mar 2005

A crise é profunda, a instabilidade uma realidade e a esperança ténue, perante tal cenário exige-se ao próximo governo, acção, atitude e vontade política conformas com os objectivos do seu programa e as necessidades do país…
Cansados da crise e de promessas os portugueses entenderam premiar os objectivos duma proposta eleitoral e deram o seu voto de confiança, a quem prometeu e convenceu ter solução para os problemas do país. Resta-nos aguardar, cooperar e participar conforme nos seja pedido e acreditar que os próximos actos eleitorais, não vão interferir no caminho que o Governo entretanto decida seguir, para dar resposta aos problemas dos portugueses.

Todos vamos aguardar que a “estratégia para o desenvolvimento do país e do Distrito” compromisso assumido pelo partido do Governo no manifesto eleitoral de Braga, seja uma realidade e não apenas um objectivo em abstracto.

A criação de emprego, o investimento público, as novas empresas de base tecnológica, a Faculdade de Medicina com novo Hospital e todas as carências do Distrito, não podem agora permanecer como objectivo e têm necessariamente de ser realidade. Os portugueses acreditam no futuro, mas é necessário que surjam sinais capazes de os motivar para esse “futuro”.

É um ciclo político, que exige de todos um esforço suplementar, mas é também a hora da verdade, que implica uma maior justiça social, com particular atenção para os desempregados, os idosos e reformados, para a educação e saúde dos portugueses.

Que o combate à fraude e fuga fiscal sejam também os objectivos e os impostos sejam propor-cionais aos lucros e salários dos cidadãos e a tão apregoada justiça social, surja como realidade e não como objectivo.

É um país inteiro que vive na esperança, apesar da incapacidade demonstrada pelos políticos ao longo dos anos para resolver os problemas prioritários. De nada vale uma constituição evoluída ou progressista, se os políticos a não cumprem. É tempo de acreditar e ter fé, agora que o novo Governo vai dispor de todo o poder, para agir e governar conforme o que entenda ser progresso e bem estar social. Serenamente e com confiança no futuro, vamos acreditar na vontade política e decisões de quem nos governe. Só o tempo vai sentir e dar resposta, aos inúmeros problemas do país.




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