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Outro ponto de vista…

Se passarmos os olhos pelos media quase que parece não ter sentido a existência de uma campanha eleitoral, tal a certeza evidenciada, não só sobre o partido vencedor como também pelo comportamento do eleitorado.

N/D
4 Fev 2005

Na minha perspectiva puro engano e engenhosa forma de tornar possível uma outra realidade que não a que se verificará.
Apresentam-nos, de forma cirúrgica, todos os aspectos que eventualmente possam denegrir alguns dos intervenientes, contrapondo-os com o evidenciar de qualidades que mais ninguém vê em outros.

Questiono-me!

Que de novo pode-nos apresentar um bloco, se não um conjunto de falácias.
A experiência histórica prova que eles não têm razão. Não criam empregos, não criam coisa nenhuma, apenas, criaram onde foram poder, na Albânia por exemplo, miséria, desespero humano e um profundo desrespeito pelo próprio viver democrático.

Com discurso fácil e aparentemente lógico se chegassem à área do poder seria terrífico. O país precisa é de uma economia saudável, de uma classe média forte, de uma sociedade civil actuante e nada disto se encontra nas propostas dos falsos irreverentes, que mais não são do que uns burgueses com problemas de classe, ou mesmo, sem classe, uns revolucionários de pacotilha, uns radicais de caviar!

Qual a novidade da mensagem de um partido que se esconde por detrás de uma coligação, quando sabemos que das suas propostas, se aplicadas, resultariam menos liberdade, ou ausência de liberdade mesmo, sabemos que nenhuma novidade chegaria! O exemplo dos países de Leste deve estar presente!

E os socialistas o que propõe? Nada! Apenas um rumo novo. Mas atenção, nós conhecemos os marinheiros! São de costa, alguns, outros há, que nunca viram o mar. Já vimos o filme.

O que nos resta então?

No meu ponto de vista, uma maioria absoluta, como aquela que o país dispunha e alguém, por razões que todos sabem, resolveu em nome de não sabemos de quem dar por terminada.

Maioria absoluta de dois partidos, coligados em nome do interesse maior de Portugal.
Reformou, implementou uma nova prática de fazer política, estorvou interesses corporativos instalados, em suma governou e, bem.

Sente-se o nervosismo dos que foram incomodados.

Eu não acredito nesta opinião que tem sido sistematicamente publicada, creio mesmo é numa opinião pública que não se revê nas análises de alguns senhores que estão sempre com as mãos na gamela do poder.

Seria de bom tom saber quais os interesses de alguns dos opinadores de serviço.
Eu acredito no bom senso dos portugueses e na sua capacidade de separar o trigo do joio.

No dia 20 de Fevereiro o país real e profundo dará a resposta adequada com o reforço da coligação que tem governado e bem o nosso Portugal.

Eu voto no Partido Popular.

Post-scriptum: Durante o período de campanha eleitoral, por razões de decência e coerência política, interrompemos a publicação da crónica Outro Ponto de Vista.

Retomaremos depois do dia 20 de Fevereiro. A todos os eleitores votos democráticos de bons êxitos.




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