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«É isto o 112 que temos?»

Na edição de quarta-feira, 19 de Janeiro, publicou-se um texto, na secção “Cidadania”, com o título «É isto o 112 que temos?», em que é nomeado Centro de Saúde da Póvoa de Lanhoso, assim como são feitas referências aos seus profissionais e ao modo de funcionamento desta unidade de saúde, que não correspondem à verdade. Convém esclarecer para salvaguarda do bom nome desta instituição e dos seus colaboradores que as situações descritas não ocorreram neste Centro de Saúde.

N/D
22 Jan 2005

No texto é referido que, durante um passeio velocipédico, iniciado «pelas nove horas de domingo», um sinistrado teria sido encaminhado para o Centro de Saúde da Póvoa de Lanhoso para receber assistência após «ter sido abalroado por uma viatura…».
Depois da descrição do acidente e do contacto com o 112, o autor do texto comenta a forma como o sinistrado foi, pretensamente, atendido no Centro de Saúde da Póvoa de Lanhoso, dizendo também que, no dia seguinte, ter-se-á dirigido ao Centro de Saúde para obtenção de informações para apresentação de queixa na GNR.

Conforme já referi, para salvaguarda do bom nome do Centro de Saúde e dos seus profissionais, nada do relatado se passou, de facto, no Centro de Saúde da Póvoa de Lanhoso. Desde Abril de 2003 que o Centro de Saúde encerra aos fins de semana, logo, esta situação, ocorrida a um domingo, não se podia ter desenrolado no Centro de Saúde.

A partir de Abril de 2003 que o horário de funcionamento do Centro de Saúde passou a ser de segunda a sexta-feira, entre as 8h00 e as 20h00, excepto feriados e tolerâncias de ponto. Fora deste horário, o S.A.C.U. (Serviço de Atendimento a Consultas Urgentes) – vulgo Urgências – é assegurado pelo Hospital António Lopes, de acordo com Protocolo de Acordo de Cooperação existente entre a Administração Regional de Saúde e a Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, única responsável pela gestão, coordenação e administração dos serviços prestados pelo Hospital António Lopes.

O exercício da cidadania significa estar atento a factos e decisões que são tomadas em prol da comunidade, e agir e a ter voz activa na construção de um futuro melhor. O exercício da cidadania passa também por identificarmos de forma clara e inequívoca os responsáveis pelos factos e decisões que nos levam a agir e que denunciamos.

Desta forma, se não identificarmos de forma clara os verdadeiros responsáveis, para além da mensagem não chegar ao seu destinatário e este não poder actuar de forma a corrigir o que se terá passado de errado, estaremos a acusar pessoas e/ou instituições que nada têm a haver com a situação.




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