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Pela primeira vez, na história democrática de Portugal, os parceiros sociais (patronato e sindicatos) chegaram a acordo, assinando o Pacto da Concertação Social.

N/D
14 Jan 2005

1Pacto
Pela primeira vez, na história democrática de Portugal, os parceiros sociais (patronato e sindicatos) chegaram a acordo, assinando o Pacto da Concertação Social.

O facto pode parecer que não é de grande importância, mas é a prova de que a sociedade se começa a libertar da noção estatizante, onde o Estado é preciso para tudo.

O exemplo deve seguir-se em mais situações, pois finalmente parece que as pessoas podem dialogar e chegar a entendimento, mesmo com posições diferentes.
Moral da história: para que servia a presença do Governo nestas reuniões, para impedir os entendimentos?…

2. Luto

O nosso país aderiu, como seria de esperar, à iniciativa dos três minutos de silêncio e ao luto nacional proposto pela União Europeia. Foram muitos os que pararam e rezaram pelas vítimas do terramoto e maremoto no sul e sudeste asiático.

Pena foi notar a indecisão de tantos cidadãos nacionais em fazer os minutos de silêncio segundo a hora legal em Portugal continental (meio-dia) ou às 11h00, em sintonia com a hora legal na maioria dos países da União. Porque não repensar a questão da hora legal?

Moral da história: é caso para perguntar a que horas andamos…

3. Segurança

No final da semana passada, assisti a uma situação peculiar e perigosa. Em plena hora de ponta, em que milhares de condutores saem da cidade do Porto, para as suas casas nos concelhos limítrofes, vi uma criança, com cerca de 10 ou 12 anos a atravessar a correr a auto-estrada que liga o Porto a Braga.

Foi deveras arrepiante ver à minha frente uma criança que poderia ter sido colhida mortalmente por veículos a cerca de 120 kms/hora.

Como é possível que a criança tenha passado as cercas de arame farpado e vedações, junto ao entroncamento com a A4. Fica a questão no ar, pois podia ter sido uma tragédia. E depois a culpa morre solteira…

Moral da história: os males acontecem onde e quando menos esperamos, por isso, mais vale prevenir do que remediar.




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