Fotografia:
Um dia o telhado vai abaixo

No Largo S. João da Ponte em direcção à Falperra ou em direcção a Guimarães, depara-se com um conjunto de casas desabitadas em avançado estado de degradação, já não falando do péssimo postal ilustrado para os nossos visitantes que são muitos que circulam por esta artéria.

N/D
21 Dez 2004

O que importa aqui, é realçar de quem é a responsabilidade se um dia o telhado cair em cima de um pacato cidadão e provocar neste, danos irreversíveis em termos de saúde física.

É do conhecimento público que está traçado um projecto para a zona em referência, mas será de relevar a sua extrema morosidade com todas as consequências que podem advir e eventualmente acarretar no quotidiano de dezenas de munícipes utilizadores que marcam presença física circundante junto às ditas habitações degradadas e que neste momento com todos os negativismos de saúde pública, apenas servem de lixeira, de depósitos de ratazanas e de algum encosto de toxicodependentes para os actos que dispensam comentários, mas que nos entristecem com o duro espectáculo gratuito e doloroso, etc.

É importante sensibilizar quem de direito para uma aproximação às preocupações das pessoas para a natureza destes casos, zelando pela merecida confiança de circular plenamente em espaços devidamente salvaguardados dos perigos que todos os dias nos espreitam e essencialmente quando transcendem a nossa responsabilidade de precaver o que constitui um dever de quem é proprietário do ou dos imóveis aqui ilustrados.

Se um dia o telhado cair e originar o que não queremos que aconteça a ninguém, não me venham cá com as tradicionais desculpas, pretextos ou argumentos de “lenga, lenga”, mergulhados num muro de lamentações, afogados numa bacia de lágrimas ou emocionados por um luto evitável e inquestionável.

Um pouco à Pilatos, a observação está feita e registada.




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