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A mulher consome o que o homem já rejeita

Permitam-me uma pequena história vivida quando ainda era jovem. Conheci uma miúda nos parâmetros daquilo que se considera ainda hoje, “amor à primeira vista”.

N/D
14 Dez 2004

Sem entrar em pormenores, de todo desnecessários, pela facilidade que me foi concedida, (já havia nesse tempo, ninguém duvide), não resisti a beijar a sedutora jovem que me encantou.
Porém, para surpresa dela, fiquei com uma cara de aborrecido, pelo que, naturalmente, me interpelou para saber da razão do sucedido. Sem a mínima hesitação, respondi: fiquei com a sensação de ter beijado um homem, com origem no sabor do tabaco. Em jeito de remate, desta pequena historieta, enquanto durou o idílio, a miúda não mais se serviu de um cigarro.

É iniludível que bem cedo, isto é, quando ainda é muito jovem, (a última estatística é assustadora), a mulher opta por igualizar o homem, nem que o seja pela negativa.

Com todo o direito de o fazer, eventualmente, ajuizando que adquire mais personalidade, a meu ver, caminha num verdadeiro retrocesso, se é esse o objectivo.

A mulher, que Deus concebeu para ser diferente do homem, tem uma componente que o sexo masculino jamais o terá.

A vertente feminina, na verdadeira acepção da palavra, é o que de mais belo possui, independentemente, de ser mais ou menos dotada de um corpo perfeito. Outras qualidades, bem conhecidas, superam, de longe, alguma inferioridade física.

Aceitando sem o mínimo azedume, o possível epíteto de retrógrado, a mulher que consome tabaco, sobretudo, as que o fazem em doses industriais, como que se masculinizam, obtendo uma pseudo-personalização acrescida.

Numa afirmação realista, se revela da seguinte forma, a perda da beleza feminina: os dentes e as unhas dos dedos das mãos, por mais que cuidem do seu aspecto, estão enegrecidos, em muitas de tal forma, que mete dó o seu aspecto feminino.

Não abordo a componente saúde, a qual, como sabemos, é extensiva a ambos os sexos. Que me desculpem o atrevimento, as mulheres que consomem tabaco, ao afirmar taxativamente: jamais aceitaria como companheira matrimonial, uma mulher masculinizada.

E, como paradoxo ou razoabilidade masculina, quando o homem revela tendência acentuada para deixar de fumar, a mulher consome cada vez mais o prejudicial tabaco!

Na minha leitura, sequente de tal comportamento, o aumento de personalidade é fictício, e a perda de feminilidade é acentuada. Tudo o resto, não passa de pura ilusão.




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