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Mistério dos cães envenenados

Na época da caça, vem um tempo de medo e de consternação entre a população. Alguém, sem escrúpulos, espalha veneno por toda a aldeia, matando os indefesos cães quando se encontram com as armadilhas deixadas, muitas vezes dentro das portas.

N/D
27 Out 2004

Em Cibões, freguesia de Terras de Bouro, os cães caem por terra. A morte anda à solta pelos caminhos da aldeia de Cabenco, Cibões em Terras de Bouro (Braga), em plena encosta do Gerês.
Quase todos os dias, os madrugadores “tropeçam” no corpo arrefecido de um pobre animal do vizinho, do amigo ou da casa.

Na aldeia, desconfia-se que este crime possa ser obra de um grupo de indivíduos, deixando todos aterrorizados.

Tudo parece residir na inveja que é própria de quem por lá caça. A lógica maquiavélica parece ser matar os cães de caça dos outros, para os prevaricadores usufruírem de melhores meios no intuito de obter mais resultados na caça.

Numa aldeia com vinte e três habitantes, esta é uma realidade de forte impacto e que desassossega esta boa gente, conhecida pela sua amabilidade para com os animais.

Numa época em que é habitual vir para a praça pública em defesa dos animais, muitas vezes alheados a outros cantos do nosso pequeno país, não nos ocorre que outros tipos de barbaridades e vis atentados ao nosso melhor amigo ocorram de forma sistemática e em grande escala.




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