Fotografia:
O Edifício Coutinho

Ora bem, não é um caso fácil, não é. Mas também não é assim tão complicado, ora bolas. Basta boa vontade, bom senso e um pouco de criatividade.

N/D
21 Out 2004

Deitar abaixo um edifício é caro, é um desperdício, e implica muitas indemnizações, gente desalojada, realojamentos e o que mais.

Mas deixá-lo lá assim, realmente também não é o mais bonito. No entanto é o fruto de uma época e como tal, não se deita abaixo tudo o que é igreja barroca ou edifício Estado Novo, só porque passou de moda e é alto demais (ou gordo ou “deselegante”) para a nova conjuntura. Valha-nos Deus!

Assim proponho que a criatividade abra uma nova porta de entendimento a estes moradores, bem como a Viana do Castelo, bem como ao bom senso geral.

Fazer um concurso público (é o que geralmente dá mais hipóteses e fica mais barato), a escultores, arquitectos, artistas plásticos e sei lá quem mais, para “reestruturar” esteticamente, o exterior deste edifício, integrando-o como peça única e emblemática, adaptada e bonita, para “agradar a gregos e troianos”.

Eu puxo a brasa à minha sardinha, que tenho o curso de Design das Belas Artes, e já tenho ideias para esse edifício. Se eu tive ideias, pensando criativamente no problema, claro que mais gente criativa existirá por aí, capaz de criar ali uma obra de arte, passível de reconhecimento nacional e/ou internacional.

Pensem nisso. Talvez seja o melhor caminho. Acreditem. Tentem pelo menos.




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