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Uma desgraça nunca vem só!

Além disso, há cerca de quatro anitos, a rua do Areal de Cima foi repavimentada, tendo caído parte do muro de suporte da Quinta do Montariol – e, desde aí, nem o muro foi reparado (é o “vai-se ver” do costume…), nem o risco de novas quedas tem sido acautelado, encontrando-se o dito muro, em algumas zonas repleto de fissuras, noutras mais inclinado do que a Torre de Pisa!

N/D
18 Out 2004

É verdade, caros leitores: uma desgraça nunca vem só! Que o digam os moradores do Areal de Cima (S. Vítor), que, com tanta desventura, já andam com a cachimónia a ferver… em cachão!De facto, são tantas as “desgraças”, que quase não cabem numa “canudada” só. Ora vejam vossas excelências: existe naquela zona (Sete Fontes) um “parque industrial”, ali acorrendo constantemente veículos pesados – tendo de passar por uma via quase de cabras, de tão estreita que é! Não admira, portanto, que por ali ocorram mais acidentes do que golos marcou esta época o Sp. de Braga!
E como se não bastassem estas desgraças, a melhoria do piso veio transformar aquela rua numa “pista de velocidade” para alguns automobilistas (as “lombazinhas” que por ali pululam não atemorizam os condutores e estes passam por lá a todo o gás, pondo em constante risco a vida dos moradores, especialmente das crianças)…

Estes (os moradores) já estão com a paciência agarrada aos cabelos! Por isso perguntam “a quem de direito”: quando se fazem acessos condignos ao parque das Sete Fontes, ou se alargam os existentes para os pesados poderem transitar sem manobras do inferno?; quando se repõe o muro caído na rua do Areal de Cima, por onde a terra desliza e faz perigar a vida dos peões?; quando se consolida o resto do muro, que está “pela hora da morte”?; e quando se colocam lombas dignas desse nome, ou outro sistema de limitação de velocidade, para acabar com os “aceleras”?

O “Povinho” bem pergunta. Não há quem lhe responda? Se não há… então, boa vai ela!!!




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