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Ao que se submetem os candidatos a “ídolos”!

tribulada – de um programa intitulado: “Ídolos”. Viu-se milhares de concorrentes, mesmo em vários pontos do país. Críticas de quatro “sábios” jurados, entendidos em diversas matérias (moda, imagem, boas maneiras…), com especial incidência na apreciação musical. Dos candidatos viu-se desilusão, ressentimentos, acusações – quando não eram aprovados para a fase seguinte, à mistura com boas impressões, incentivo, concordância – quando tinham o sim do júri.

N/D
18 Set 2004

Desde o início de Setembro retomou um canal televisivo a exibição – compactada, tendenciosa e aNuma época em que as pessoas valem pelo que (se) mostram, na medida em que aparecem (na televisão, nos jornais ou nas revistas) e enquanto a imagem vai sendo atractiva, aquele programa “Ídolos” pode ser visto como representativo da mentalidade reinante. De alguma forma poder-se-á dizer que somos um país de pretendentes a ídolos, não olhando a meios, desde que a estratégia seja a de seduzir, criando o desejo de ser pretendido/a e satisfazendo até as subtilezas mais sórdidas, desde que «seja por amor»!…

Até onde irá este clima de auto-promoção hedonista? Como iremos inverter esta tendência materialista de vida? Quando iremos descobrir que estamos – colectiva e anodinamente – a cavar a nossa auto-destruição?

Será que os jovens e adultos (ditos) cristãos são diferentes? Quando se irá apresentar a moral cristã como solução/resposta a tantos males de desregramento pessoal, familiar ou social? A virtude ainda seduz?

Diz alguém com sabedoria de vida: «os outros são o nosso espelho». Ao vermos os candidatos a “ídolos” que terei a corrigir na minha vida?




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