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A “esquerda portuguesa anti-pátria”

Impõe-se uma revisão desta situação generalizada: é que se não formamos as consciências deformam-se as vontades, sem as quais não haverá melhoria da vida social e política que enobreça a vida pessoal, familiar e política, ao serviço de um presente que nos prepare um futuro realmente digno

N/D
8 Set 2004

Estas palavras que encimam o artigo vêm no “Correio do Inferno” publicado no semanário “O Diabo” de 10 de Agosto último e escreveu-as Maria Manuela Mensurado, que inicia o seu artigo com estes parágrafos: «É espantoso como a esquerda portuguesa é sempre anti-pátria, anti-Portugal, anti-valores patrióticos.
Ainda há pouco mostraram em plena Comissão Europeia, ou seja a toda a Europa, que Portugal não devia presidir a essa Comissão».

Não estranhamos a atitude tomada, pois a Oposição política portuguesa pretende destruir até a realidade histórica e não se preocupa com a verdade e os verdadeiros interesses nacionais.

A “esquerda” quer o poder político e odeia o “centro”, a governar. Vemo-lo expresso em palavras e actos.

Quando Santana Lopes foi escolhido para primeiro-ministro, facto concretizado com todo o respeito pela História e pela legislação em vigor, toda a Oposição iniciou uma campanha violenta que atingia o Presidente da República. A Oposição queria e quer ver o “centro” coligado afastado do poder.

Cavaco Silva deixou obra política objectiva, séria e de prestígio internacional. Até ao presente, a Oposição tem calado esta realidade, que os socialistas, quando poder, mais a expressaram pela má governação realizada.

Assistimos hoje a uma ofensiva da esquerda contra Santana Lopes, o qual chegou ao poder com o respeito devido aos deveres que se impõem na política.

Duarte Lima registou no “Expresso” este facto e fê-lo com estas palavras: «Conheço poucos políticos que tenham sido, nos últimos anos, de forma tão impiedosa e violenta, sujeitos ao ataque desta “fábrica de imagens” como o actual primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes».

De registar que o ódio faz as suas afirmações, até antes do alvejado estar a trabalhar no seu cargo. É isto que expressa a indignidade dos que criticam o Homem, que é incumbido de uma obra, e fazem-no antes de o alvejado estar, até por lei, a ocupar o lugar.

O ódio da “esquerda” exibia-se grandemente nesta hora de sucessão no cargo de dirigente máximo do Partido Social Democrata.

Estamos a assistir aos velhos tempos da República em que os políticos arruinaram o País e provocaram a reacção militar.

E muito grave é que a Oposição se bata pelos lugares e não pelo serviço nacional.

Nem sequer os incomodam as lições recentes, quando os socialistas assumiram o poder depois da obra realizada por Cavaco Silva. Comeram, divertiram-se e empobreceram o País, quando este já sentia o respeito que lhe chegava dos países que com Portugal contava. A Oposição odeia os que não são do seu campo e o ódio não os deixa ver as grandes realidades da História da actualidade.

Alberto João Jardim assinala a maneira de ser e de proceder de Santana Lopes, no presente e no futuro, quando diz: «O pior risco (de Santana Lopes) é deixar de ser ele próprio».

Confrontando a atitude da oposição política com a atitude dos políticos que vêem na acção a devolver o futuro dos portugueses, conclui-se que a “Esquerda” não raciocina, pois está escrava da sua paixão cega e ambiciosa.

É isto que, infelizmente, interessa à “esquerda”: o poder, mesmo quando sem base moral.

Os tempos que vivemos não favorecem o respeito pela verdade e pela História, não se apresentam no caminho de uma política objectiva, séria e uma situação de sacrifício ao serviço da Pátria e aos seus habitantes.

Bem sabemos que a História já se não ensina nas escolas, já sabemos que o sacrifício ao serviço do dever é ignorado pelos responsáveis, já sabemos pelo contacto na vida que se cuida mais do interesse pessoal até em desfavor do demais numa corrida louca à independência financeira com uma vida totalmente desligada da Moral, das responsabilidades familiares e dos benefícios sociais.

Para registar esta triste realidade basta assistir às declarações dos jovens e os silêncios dos mestres, que os deviam orientar e formar.

A hora que vivemos é grave, e torna-se mais grave porque todos ou, pelos menos, a maioria descura os deveres cívicos, sociais, patrióticos e morais.

Impõe-se uma revisão desta situação generalizada: é que se não formamos as consciências deformam-se as vontades, sem as quais não haverá melhoria da vida social e política que enobreça a vida pessoal, familiar e política, ao serviço de um presente que nos prepare um futuro realmente digno.




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